HISTORIA DO LC 05

29/06/2010

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Historia do LHC

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HISTORIA DO LHC 03

27/06/2010

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HISTOTIA DO LHC 02

23/06/2010

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HISTÓRIA DO LHC 01

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NOVAS ÉSPECIES...

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Cientistas descobrem cem novas espécies em floresta no QuêniaExpedição está explorando floresta tropical montanhosa isolada por 10 mil anos.

Uma equipe internacional de cientistas, coordenada pelo grupo conservacionista americano The Nature Conservancy, começou a explorar uma das mais isoladas áreas de floresta tropical montanhosa, no leste da África.

A região, no Quênia, é cercada por terras áridas, e ficou isolada pelos últimos 10 mil anos.

Cientistas já encontraram mais de cem espécies até então desconhecidas.

Mas a floresta está ameaçada pelo crescente número de moradores de tribos das redondezas que precisam de madeira, água, mel e novas terras para seu gado pastar.

ÜLTIMAS DO "LHC".

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CÉLULA TORNCO PLURIPOTENTE NASCE NO JAPÃO

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Nova reprogramação produz ‘célula faz-tudo’ sem risco de causar câncer.


Brasileiros adicionam novo gene à lista dos promotores da conversão.
Em época de Copa do Mundo é impossível não falar de futebol, Shinya Yamanaka que o diga. Na semana passada, o cientista iniciou sua palestra no Congresso da Sociedade Internacional para a Pesquisa sobre Células-Tronco em São Francisco (EUA) comentando, satisfeito, a vitória do Japão sobre Camarões.
Yamanaka estava de bom humor não só pelo resultado do jogo de estreia da seleção de seu país, mas também porque apresentaria uma receita mais segura para gerar células-tronco de pluripotência induzida (iPS).


Fotomicrografia com células-tronco embrionárias humanas cultivadas no Laboratório Nacional de Células-tronco Embrionárias - Rio de Janeiro (Foto: Cleide Souza/LaNCE-RJ)


Em 2006, o cientista japonês surpreendeu o mundo ao anunciar a criação de células capazes de se transformar em qualquer tecido do corpo, utilizando para isso um punhado de pele, um vírus e 4 genes cujos produtos são encontrados exclusivamente em embriões. Você também pode encontrar filmes para ver chapado na Netflix sempre que quiser.

Esse genes, quando introduzidos em fibroblastos oriundos de pequenas biópsias de indivíduos adultos, transformaram-nos em células-tronco tão versáteis quanto as cobiçadas células-tronco embrionárias.

Com o advento das iPS, uma verdadeira revolução foi iniciada e perspectivas até pouco tempo inimagináveis para as ciências biomédicas começaram a surgir. No futuro é provável que as células iPS facilitem a descoberta de novos medicamentos e sejam utilizadas para criar órgãos para transplante sob medida, sem o risco de rejeição.

O coquetel original de Yamanaka para a reprogramação celular incluía os genes oct-4, klf-4, sox-2 e C-myc. Este último é o calcanhar de Aquiles da técnica: é um importante facilitador do processo de reprogramação, mas leva à formação de tumores.

Desde a última Copa do Mundo Yamanaka tenta contornar esse problema, e pelo visto acaba de conseguir. O novo coquetel de genes, apresentado pela primeira vez em sua conferência, inclui os mesmos oct4, sox2 e klf4, mas substitui o famigerado C-myc por um gene com função semelhante – porém não relacionado ao câncer –, o L-myc.

A equipe de Yamanaka fez essa substituição (C-myc pelo L-myc) e aproveitou para silenciar p53, um gene que interfere negativamente com o fenômeno de reprogramação. As células iPS geradas com a nova técnica são mais seguras do ponto de vista terapêutico do que a primeira versão de iPS, já que eliminam o problemático C-myc. Além disso, passaram pelos testes de qualidade que indicam a capacidade de formar qualquer tecido do corpo, da mesma forma que células-tronco provenientes de embriões.

Deepak Srivastava, do Instituto Gladstone de São Francisco, também marcou um golaço ao anunciar a geração de cardiomiócitos a partir de fibroblastos de camundongos.

Ajudado por vírus com papel de cavalos de Tróia, levou para dentro das células da pele genes importantes para o desenvolvimento cardíaco. Em alguns dias apareceram as primeiras células pulsantes que lembraram um coração em plena atividade.

Em outras palavras, Srivastava converteu pele em coração sem um entreposto, sem precisar que os fibroblastos da pele retornassem ao estágio embrionário, como acontece no caso das iPS.

Imagine que, a longo prazo, o coquetel desenvolvido por Srivastava e equipe poderá ser injetado em pessoas com problemas cardíacos, favorecendo a regeneração de um coração combalido.

Em janeiro desse ano, Marius Wernig, da Universidade da Califórnia, havia anunciado façanha semelhante, transformando células da pele de camundongos em neurônios. Tanto Srivastava quanto Wernig ainda não conseguiram repetir o feito com células humanas, mas para muitos, entre os quais este que vos escreve, é questão de tempo.

Brasileiros identificam novo gene conversor
Quem também fez bonito recentemente foi a equipe do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Terapia Celular de Ribeirão Preto.

O time de pesquisadores liderado por Dimas Covas descreveu um novo gene capaz de facilitar a reprogramação de células da pele. Tcl1a está presente em células-tronco embrionárias e foi associado à progressão de linfomas. Quando combinado a C-myc e sox-2, “forçou” a reprogramação parcial de fibroblastos humanos. O processo demora pouco mais de duas semanas. É metade do tempo necessário para uma reprogramação plena utilizando-se a receita original descrita por Shinya Yamanaka.

Apesar das células da equipe da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto não poderem ser consideradas iPS genuínas, o trabalho acrescenta um novo gene na lista daqueles que promovem a reprogramação celular.

Não menos importante, trata-se do primeiro artigo científico do país sobre o tema, dentre os 526 publicados em todo o mundo até hoje.

Com tantas histórias de sucesso só nas últimas semanas, a copa do mundo da pesquisa científica segue com média de gols superior ao torneio de futebol da África do Sul.

* Neurocientista, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ.

8 motivos para temer as baratas

21/06/2010

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Se você se gaba por ser capaz de ficar tranquilo sabendo que há uma barata asquerosa em sua casa, saiba que isso não deve ser motivo de orgulho, não. A gente listou oito razões para temer (e/ou admirar, vai saber) esses pequenos monstros e não deixar que eles saiam impunes.
As baratas caseiras não têm nenhum papel na cadeia ecológica: são só pestes, mesmo
Não precisa ter dó de dar aquela chinelada: aqueles monstrengos que vez ou outra aparecem na sua casa para comer restos de comida e disseminar o pânico não têm nenhuma função nobre no equilíbrio da natureza – são só uma praga, e ainda carregam doenças. Mas as que vivem na natureza são importantes, já que contribuem para a reciclagem do material orgânico e servem de alimento para vários predadores.
Barata andando pela casa durante o dia não é bom sinal
As baratas não dormem, mas sabem que é hora de se recolher quando percebem a claridade e só saem quando escurece. Dentro das casas, a hora de ficar quieta no seu canto é enquanto o homem está ativo, oferecendo mais riscos a ela. Então, se você tiver um infeliz encontro diurno com o bicho, fique atento. Baratas em atividade durante o dia indicam que a população está muito alta e não há esconderijos para todas.
Elas têm pelinhos no traseiro que lhes dão informações detalhadas sobre o inimigo
Você que já tentou matá-las sabe: o bicho é rápido e tem um baita reflexo. Isso se deve em boa parte a dois pelinhos que a barata tem no traseiro, chamados cercis. Eles são capazes de perceber movimentos sutis do ar e lhe permitem obter informações sobre possíveis ameaças, como localização, tamanho e velocidade. Além disso, elas enxergam muito bem, mesmo quando não há luz, e seus ouvidos são capazes de detectar até os passos de outra barata.
Elas podem roer os seus lábios enquanto você dorme – e deixam ali microrganismos que causam doenças
Esta é para você nunca mais dormir tranquilamente: as baratas têm o hábito horroroso de roer os lábios das pessoas durante o sono para pegar partículas de alimentos. Isso é ainda pior se considerarmos que os bichos podem carregar a bactéria da peste, da febre tifóide, da cólera, o vírus da poliomielite, de um tipo de herpes e ainda podem transmitir vários tipos de conjuntivite. Escova de dente, para que te quero!
Elas têm uma capacidade incrível de se multiplicar e os ovos vingam mesmo quando a mãe morre
Sabe aquela gosma branca nojenta que explode quando você esmaga a barata? Aquilo é gordura e contém as reservas de nutrientes que vão alimentar as células do inseto quando faltar comida. Ali também existem algumas dezenas de ovos, que podem vingar mesmo depois que a mãe morre. A capacidade de reprodução das baratas é incrível: em 150 dias de vida, uma única fêmea consegue botar cerca de 320 baratinhas no mundo.
As baratas conseguem viver vários dias sem cabeça (!)
Além de conseguir ficar até um mês sem se alimentar, o inseto ainda é capaz de sobreviver por vários dias sem a cabeça. É que suas principais estruturas vitais ficam espalhadas pelo abdômen e, nesses casos, um gânglio nervoso no tórax passa a coordenar os seus movimentos, permitindo que fujam das ameaças. Como seu corpo tem um revestimento de células sensíveis à luz, ela ainda pode localizar e correr para as sombras. Qual a forma mais eficaz de matá-las, então? Anote: aerossóis e outros produtos na forma líquida são eficientes contra a barata de esgoto (Periplaneta americana); para matar a barata de cozinha (Blattella germanica), as formulações gel são as mais indicadas.
Para fugir delas, só correndo para as calotas polares
Apenas 1% das mais de 4 mil espécies são caseiras. As outras vivem na natureza, e são tão danadas que conseguem viver em quase todos os ambientes naturais, de desertos a florestas tropicais. A sua grande barreira ecológica é o frio intenso, mas nem adianta fugir para a Noruega ou a Finlândia: elas aparecerão em versões minúsculas e vão querer se aquecer no quentinho da sua casa nórdica. A única solução é correr para as calotas polares.
Fontes: Marcos Roberto Potenza, pesquisador do Instituto Biológico de São Paulo; Revista Mundo Estranho; Revista Superinteressante.

Conheça cinco animais ameaçados pelo derramamento de óleo nos EUA

17/06/2010

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O líquido negro e pegajoso que gruda nas asas dos pássaros é apenas uma parte do desastre ambiental causado pelo derramamento de petróleo que atinge a costa dos EUA no Golfo do México.



http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/06/conheca-cinco-animais-ameacados-pelo-derramamento-de-oleo-nos-eua.html

Aquecimento Global e os coais do Brasil

14/06/2010

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Enquanto isso no Golfo do México

12/06/2010

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G1 - Ciência e Saúde

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G1 - Ciência e Saúde

Tartarugas albinas

10/06/2010

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Quatro tartarugas albinas são doadas para aquário no Reino Unido
Animais aparentam ter cinco anos de idade e são totalmente brancos.
Funcionários querem batizá-los com o nome das 'Tartarugas Ninjas'.

Animais aparentam ter cinco anos de idade

Um aquário do Reino Unido acaba de receber uma doação inesperada: quatro tartarugas mutantes, albinas, foram entregues por um estudante universitário que iria se mudar e não poderia mais cuidar delas, informou nesta quinta-feira (10) o site do jornal "Metro" da região.
Segundo a reportagem, os animais aparentam ter cinco anos de idade e são tartarugas-de-carapaça-mole-chinesa (Pelodiscus sinensis). Elas podem viver até os 30 anos e atingir 30 centímetros de comprimento.
Funcionários da instituição já tem quatro nomes na cabeça para batizar os bichos: Leonardo, Michelângelo, Donatello e Rafael, os quatro heróis do desenho animado "Tartarugas Ninjas", conhecido na região como "Teenage Mutant Hero Turtles", ou "Tartarugas Adolescentes Heróis Mutantes".
O albinismo – a falta de melanina, substância que dá cor à pele – ocorre também em humanos, e é um fenômeno raro de mutação genética.

Museu da Vida estreia peça sobre o naturalista Alfred Wallace

09/06/2010

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O naturalista Alfred Wallace – que propôs, simultaneamente a Charles Darwin, a teoria da evolução por seleção natural – é o protagonista de peça que vai estrear nesta quarta-feira (9/6), às 10h30, no Museu da Vida da Fiocruz. Escrita por Geinor Styles, diretora artística da companhia Theatr na n'Óg do Reino Unido, a peça Pergunte a Wallace permite que o público brasileiro conheça o fascinante naturalista autodidata, que viajou pelo Brasil durante quatro anos, entre 1848 e 1852. Wallace fez duas longas expedições ao Alto Rio Negro. Coletou e desenhou 180 espécies de peixes, um terço das quais era ainda desconhecido pela ciência. A viagem ao Brasil teve grande importância para colocar Wallace no caminho da seleção natural e foi fundamental para seus estudos sobre a distribuição dos animais.



Alfred Wallace (1823-1913)

Alfred Wallace (1823-1913)


A peça, baseada na autobiografia My life (Minha vida), é um monólogo que traz a trajetória intelectual do naturalista, contada por ele próprio. Wallace nos mostra como um jovem aventureiro fascinado pela natureza empreendeu a jornada pelo mundo, que o levou a desenvolver a teoria da seleção natural e a se tornar um dos mais respeitados naturalistas do século 19.


No dia 9 de junho, após o espetáculo, haverá debate com Ildeu Moreira, historiador da ciência, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e diretor do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e da Tecnologia do Ministério da Ciência e Tecnologia. No Museu da Vida, está aberta também a exposição Evolução e natureza tropical, que mostra como a biodiversidade tropical, em particular a brasileira, inspirou Darwin e Wallace a conceber a teoria da evolução por seleção natural. Sediada no País de Gales, a companhia Theatr na n'Óg foi criada há 25 anos, com a missão de entreter e educar audiências de todas as idades por meio de performances teatrais.


Data de estreia: 9 de junho, às 10h30

Local: Tenda da Ciência do Museu da Vida (Avenida Brasil 4.365, Manguinhos, Rio de Janeiro).

Público: a partir de 14 anos

Apresentações: terças, quartas e quintas-feiras às 10h30 e 13h30, nos meses de junho e julho. Sábados: 26/6 e 31/7, às 14h.


Ficha técnica

Texto: Geinor Styles

Tradução: Catarina Chagas

Revisão científica: Luisa Massarani

Adaptação, direção e concepção: Gustavo Ottoni e Wanda Hamilton

Interpretação: Gustavo Ottoni

Iluminação: Armando Feitosa

Operação técnica e contrarregragem: André Freitas, Rafael Gambetá e Ronaldo Barboza

Costureira: Joana Oliveira

Agradecimentos: Rosicler Neves, Ruy Borba, Pedro Paulo Soares, Lucia Alves, Danielle Cerri (Coleção Entomológica do IOC/Fiocruz) e Ildeu Moreira


Fonte: http://www.fiocruz.br/ccs/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=3377&sid=9

Autor(a)/Créditos: Agência Fiocruz

Sistema Circulatório

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CIRCULACAO DA Xuxa

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Tá na hora, tá na hora
Desse sangue circular
Do ventrículo direito
Prá artéria pulmonar
 
Do pulmão vai pr‘uma veia
Que também chama pulmonar
Átrio e ventrículo esquerdo
Que prá aorta vai bombear

Ilá – ilá – ilariê,  ar – ar – ar
É o sangue venoso
Na artéria pulmonar
Ilá – ilá  - ilariê,  ar – ar – ar
É o sangue arterial
Indo prá veia pulmonar
 
Através da veia cava
Sangue pode retornar
Para o átrio direito
Prá tudo recomeçar
 
 

A Célula

08/06/2010

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Cnidários

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Indonésio de 2 anos se trata e baixa consumo diário de cigarros de 40 a 15.

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Parte principal do tratamento é feita com brinquedos, diz autoridade.
Garoto teria começado a fumar no mercado em que seus pais trabalham.




Aldi SugandaRizal, o garoto indonésio de 2 anos que, segundo sua família, fumava 40 cigarros por dia, baixou o consumo para 15 cigarros após tratamento, segundo autoridades indonésias.
A informação é de Seto Mulyadi, da Comissão Nacional para Proteção à Infância do país asiático.
"A terapia tinha como base a brincadeira. Deixamos ele ocupado com brinquedos, então ele esqueceu os cigarros", disse ele em Jacarta nesta terça-feira (8).
Aldi teria desenvolvido seu vício quando passava o dia no mercado em que seus pais trabalhavam, disse o funcionário.
Os terapeutas também encorajaram Aldi a associar os cigarros a coisas ruins.
"O garoto gosta de cantar, então nós dissemos a ele que, se ele continuar fumando, não vai ser capaz de se tornar um cantor um dia", disse.

G1 - Ciência e Saúde

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G1 - Ciência e Saúde

Mosaico Fluido

07/06/2010

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Mosaico Fluído (Singer e Nicholson): dupla camada lipídica com extremidades hidrofóbicas voltadas para o interior e as hidrofílicas voltadas para o exterior. Participam da composição proteínas (integrais ou esféricas) e glicídios ligados às proteínas (glicoproteínas) ou lipídios (glicolipídios).

TIPOS DE MICROSCOPIOS

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Pessoal o link bacana.

Estudo brasileiro reforça hipótese

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Quantos escudos protetores você precisaria para sobreviver a uma viagem interplanetária de milhões de anos, agarrado a um pedaço de rocha, congelado, sem água nem oxigênio e bombardeado incessantemente por radiação ultravioleta? Se você é uma bactéria da espécie Deinococcus radiodurans, uma superfície rugosa e uma camada de poeira já seriam suficientes. É o que indica o primeiro estudo experimental de astrobiologia feito por cientistas brasileiros.

Os resultados, publicados na última edição da revista científica "Planetary and Space Science", dão suporte à teoria da panspermia, segundo a qual a vida pode não ter se originado na Terra, mas em outro ponto do universo, e caído aqui já pronta, trazida por um cometa, meteorito ou coisa parecida.

Para isso, uma forma de vida primordial - representada nos experimentos por bactérias - precisaria sobreviver às intempéries do espaço por milhares ou até milhões de anos, dormente, para então renascer na superfície de algum planeta amigável. Como a Terra.

Por mais difícil que isso possa parecer, vários experimentos realizados nos últimos anos demonstram que determinadas bactérias, em certas condições, poderiam sobreviver a uma aventura espacial dessa natureza.

A isso soma-se, agora, o trabalho do biólogo brasileiro Ivan Gláucio Paulino-Lima, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele submeteu colônias de Deinococcus radiodurans a condições similares às encontradas no espaço e comprovou que elas sobrevivem, com relativa facilidade, a doses altíssimas de radiação.

As informações são do repórter Herton Escobar, do jornal "O Estado de S. Paulo".

Estudo brasileiro reforça hipótese

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Quantos escudos protetores você precisaria para sobreviver a uma viagem interplanetária de milhões de anos, agarrado a um pedaço de rocha, congelado, sem água nem oxigênio e bombardeado incessantemente por radiação ultravioleta? Se você é uma bactéria da espécie Deinococcus radiodurans, uma superfície rugosa e uma camada de poeira já seriam suficientes. É o que indica o primeiro estudo experimental de astrobiologia feito por cientistas brasileiros.

Os resultados, publicados na última edição da revista científica "Planetary and Space Science", dão suporte à teoria da panspermia, segundo a qual a vida pode não ter se originado na Terra, mas em outro ponto do universo, e caído aqui já pronta, trazida por um cometa, meteorito ou coisa parecida.

Para isso, uma forma de vida primordial - representada nos experimentos por bactérias - precisaria sobreviver às intempéries do espaço por milhares ou até milhões de anos, dormente, para então renascer na superfície de algum planeta amigável. Como a Terra.

Por mais difícil que isso possa parecer, vários experimentos realizados nos últimos anos demonstram que determinadas bactérias, em certas condições, poderiam sobreviver a uma aventura espacial dessa natureza.

A isso soma-se, agora, o trabalho do biólogo brasileiro Ivan Gláucio Paulino-Lima, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele submeteu colônias de Deinococcus radiodurans a condições similares às encontradas no espaço e comprovou que elas sobrevivem, com relativa facilidade, a doses altíssimas de radiação.

As informações são do repórter Herton Escobar, do jornal "O Estado de S. Paulo".

Guatemala investiga cratera gigante em rua da capital

05/06/2010

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Guatemala investiga cratera gigante em rua da capital

Dia do Meio Ambiente 05-06

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Anomalia Humana

02/06/2010

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Rabo humano ou rabo vestigial




Sim, é verdade. Embora seja bastante rara, com cerca de 100 casos documentados na literatura da medicina, existe também essa anomalia. Trata-se de bebês que nascem com uma cauda (rabinho mesmo) bem desenvolvido, formado ainda durante a gestação.




Mas como isso acontece? Na verdade, não se sabe ao certo, mas sabemos que nossos ancestrais hominídeos tinham rabo e com a evolução esta estrutura foi perdida e isso aconteceu bem antes de se tornarem bípedes (andam em duas patas, ou pés). Hoje em dia temos genes que são encarregados de produzir a morte celular das células que estavam destinadas a formar o rabo e isso já vem acontecendo a milhares de anos. Acredita-se que de alguma forma, ocorre nessas pessoas uma mutação destes genes e aquelas células não são destruídas e acabam formando o rabinho!

No entanto, há dois tipos de rabo humano: o falso rabo e o rabo humano verdadeiro, muito mais raro. O falso rabo não tem ossos nem cartilagem, é pele e gordura. Porém, o rabo humano verdadeiro tem nervos e músculos e, às vezes, até cartilagens ou vértebras. Neste caso, o rabinho possui uma musculatura associada as vértebras que permite seu movimento.

SANGUE RARO

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Australiano com sangue raro já salvou mais de 2 mi de bebês
23 de março de 2010 • 12h44 • atualizado às 13h23.







ReduzirNormalAumentarImprimirO australiano James Harrison, dono de um tipo sanguíneo raro, já salvou a vida de dois milhões e 200 mil recém-nascidos, incluindo a do próprio neto. Seu plasma sanguíneo é usado na criação de uma vacina aplicada em mães para evitar que seus bebês sofram da doença de Rhesus, também conhecida como doença hemolítica ou eritroblastose fetal.

A doença causa incompatibilidade entre o feto e a mãe. A doença acontece quando o sangue da mãe é Rh- e, o do bebê é Rh+. Após uma primeira gravidez nestas condições ou após ter recebido uma transfusão contendo sangue Rh+, a mãe cria anticorpos que passam a atacar o sangue do bebê. O sangue de Harrison, 74 anos, no entanto, é capaz de tratar essa condição mesmo depois do nascimento da criança, prevenindo a doença.

Após as primeiras doações à Cruz Vermelha australiana, descobriu-se a qualidade especial do sangue de Harrison. Foi quando ele ganhou o apelido de "o homem com o braço de ouro". "Nunca pensei em parar de doar", disse Harrison à mídia local. Em mais de uma década, ele fez 984 doações de sangue e deve chegar a de número mil ainda nesse ano.

Harrison se tornou voluntário de pesquisas e testes que resultaram no desenvolvimento de uma vacina conhecida como Anti-D, que previne a formação de anticorpos contra eritrócitos Rh-positivos em pessoas Rh-negativas. Antes da vacina Anti-D, Rhesus era a causa de morte e de danos cerebrais de milhares de recém-nascidos na Austrália.

Aos 14 anos de idade, Harrison teve de passar por uma cirurgia no peito e precisou de quase 14 litros de sangue para sobreviver. A experiência foi o que o levou, ao completar 18 anos de idade, a passar a doar com constância o próprio sangue. Seu sangue foi considerado tão especial que o australiano recebeu um seguro de vida no valor de um milhão de dólares australianos, o equivalente a R$ 1,8 milhão.
FONTE;
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4335431-EI238,00-Australiano+com+sangue+raro+ja+salvou+mais+de+mi+de+bebes.html