YouTube - esponjas
A reproducao das esponjas- observem os arqueocitos liberados liberando os gametas 9estruturas verdes).
Pré-natal
07/10/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 13:30 0 comentáriosMuito bacana pessoal ehehehhe gostei de ver o profissionalismo dos atores eheheheh meus parabens galera.
Trabalho de Embriologia DSTs
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 10:07 0 comentários
BOA HISTORIA PESSOAL, AS PEREBINHAS ESTAO POR AI, E NINGUEM ESTÁ LIVRE DELAS NÃO É PARABENS PELO TRABALHO... QUAZE CHOREI EHEHHEHE COLÉGIO ÁGUIA PATO BRANCO-PR
Tecnologia Heim...
05/10/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 15:56 0 comentáriosAquecimento Global
09/08/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 18:02 0 comentáriosBaleias no Espiroto Santo inedito...
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 17:10 0 comentários
Biólogos fazem expedição para ver baleias em local inédito no mar do ES
Grupo sai de Caravelas (BA) e segue para arquipélago de Trindade (ES).
Observação de baleia jubarte será feira a 1,3 mil km da costa brasileira.

Baleia jubarte é observada em Abrolhos(BA), em
julho deste ano (Foto: Banco de Imagens Instituto
Baleia Jubarte)Um grupo de seis biólogos e pesquisadores da Bahia e de Santa Catarina vão partir, na terça-feira (10), em uma expedição para observar baleias jubarte na costa brasileira. O destino final da viagem, que tem previsão inicial de durar 20 dias, será o arquipélago de Trindade, no Espírito Santo. O ponto é considerado pelo grupo como local inédito de observação das baleias.
A embarcação sairá de Caravelas (BA) com dez pessoas, entre tripulação e pesquisadores, e deve chegar ao arquipélago depois de cinco dias de navegação por cerca de 1,2 mil quilômetros. "Optamos por esse local depois de ouvirmos relatos de pescadores e de pessoas que passaram pelo arquipélago e nos comunicaram terem visto baleias jubarte. Em 22 anos de pesquisa, é a primeira vez que temos informação sobre a aparição de baleias naquela região", disse Leonardo Wedekin, biólogo e pesquisador do Instituto Baleia Jubarte (IBJ).
A pesquisa de campo vai incluir mergulhos para identificar e catalogar a fauna marinha, além de analisar o comportamento de cetáceos como a própria baleia jubarte, cachalotes e golfinhos. "Na região, há uma cadeia de montanhas submersas. Acreditamos que essa característica possa permitir que a gente encontre muitos animais, incluindo até tartarugas marinhas", disse Wedekin.
O grupo de pesquisadores está dividido em quatro biólogos, um engenheiro e um cinegrafista especializado em registrar atividades subaquáticas. "Em terra, os equipamentos, medicamentos e demais suprimentos já foram checados. A embarcação chega a Caravelas neste domingo [8]. Quando estivermos na água, vamos identificar os pontos de visualização das baleias para depois fazermos a identificação delas pelas marcas naturais. A nossa abordagem de pesquisa é diferenciada, pois não instalamos nenhum tipo de aparelho ao corpo dos animais", afirmou Wedekin.
Pesquisadores farão pesquisa na região do arquipélago de Trindade para visulaizar baleias jubarte. Na imagem acima, animal foi flagrado em Abrolhos (Foto: Banco de Imagens Instituto Baleia Jubarte)O pesquisador explicou que essa estratégia de identificação é suficiente pelo arquivo de imagens que o IBJ tem das baleias que circulam pelas águas brasileiras. "Temos mais de três mil baleias cadastradas. Por isso não será difícil saber se as baleias que já pesquisamos também circulam pelas águas do arquipélago [de Trindade]", disse Wedekin.
Os biólogos esperam coletar amostras de tecido para posterior confecção de um laudo genético. "Além das marcas físicas de cada uma delas, vamos analisar o DNA em um cruzamento com as informações que temos das três mil baleias em nosso registro. A ideia não é identificar a rota que elas fazem, mas até teremos como estabelecer isso", afirmou o pesquisador.
A viagem
A expedição sai de Caravelas até o arquipélago de Abrolhos. O trajeto deve ser feito em quatro horas, segundo os pesquisadores, já que o barco, que tem dois motores e é munido de velas, navega a uma velocidade média de 20 km/h (cerca de 10 nós).
No dia seguinte, a equipe segue para o primeiro ponto, próximo da região de montanhas submersas, a 155 milhas náuticas de Abrolhos, o que equivale a aproximadamente 280 quilômetros de distância.
No terceiro dia de viagem, os pequisadores pretendem passar por outros cinco pontos previstos para mergulhos e visualização de baleias, em um trajeto de 217 milhas náuticas, cerca de 390 quilômetros.
No quarto dia, o grupo passa por mais dois pontos com rochas submersas. O trajeto tem 201 milhas náuticas, cerca de 360 quilômetros. O último estágio da viagem até o aquipelágo de Trindade deve demorar aproximadamente dez horas, em uma navegação de 86 milhas náuticas, cerca de 154 quilômetros.
A partir daí, o grupo vai ficar embarcado por dez dias, quando espera fazer os registros inéditos de baleia jubarte, perto do arquipélago de Trindade. A expedição inicia o retorno à costa baiana no dia 24, com chegada prevista a Caravelas em 29 de agosto. "Esperamos desenvolver algum plano de preservação da área do arquipélago de Trindade, principalmente se confirmarmos a presença de baleias jubarte por lá. Já temos registros de caça submarina no local e isso pode comprometer a vida marinha", disse Wedekin.
Grupo sai de Caravelas (BA) e segue para arquipélago de Trindade (ES).
Observação de baleia jubarte será feira a 1,3 mil km da costa brasileira.

Baleia jubarte é observada em Abrolhos(BA), em
julho deste ano (Foto: Banco de Imagens Instituto
Baleia Jubarte)Um grupo de seis biólogos e pesquisadores da Bahia e de Santa Catarina vão partir, na terça-feira (10), em uma expedição para observar baleias jubarte na costa brasileira. O destino final da viagem, que tem previsão inicial de durar 20 dias, será o arquipélago de Trindade, no Espírito Santo. O ponto é considerado pelo grupo como local inédito de observação das baleias.
A embarcação sairá de Caravelas (BA) com dez pessoas, entre tripulação e pesquisadores, e deve chegar ao arquipélago depois de cinco dias de navegação por cerca de 1,2 mil quilômetros. "Optamos por esse local depois de ouvirmos relatos de pescadores e de pessoas que passaram pelo arquipélago e nos comunicaram terem visto baleias jubarte. Em 22 anos de pesquisa, é a primeira vez que temos informação sobre a aparição de baleias naquela região", disse Leonardo Wedekin, biólogo e pesquisador do Instituto Baleia Jubarte (IBJ).
A pesquisa de campo vai incluir mergulhos para identificar e catalogar a fauna marinha, além de analisar o comportamento de cetáceos como a própria baleia jubarte, cachalotes e golfinhos. "Na região, há uma cadeia de montanhas submersas. Acreditamos que essa característica possa permitir que a gente encontre muitos animais, incluindo até tartarugas marinhas", disse Wedekin.
O grupo de pesquisadores está dividido em quatro biólogos, um engenheiro e um cinegrafista especializado em registrar atividades subaquáticas. "Em terra, os equipamentos, medicamentos e demais suprimentos já foram checados. A embarcação chega a Caravelas neste domingo [8]. Quando estivermos na água, vamos identificar os pontos de visualização das baleias para depois fazermos a identificação delas pelas marcas naturais. A nossa abordagem de pesquisa é diferenciada, pois não instalamos nenhum tipo de aparelho ao corpo dos animais", afirmou Wedekin.
Pesquisadores farão pesquisa na região do arquipélago de Trindade para visulaizar baleias jubarte. Na imagem acima, animal foi flagrado em Abrolhos (Foto: Banco de Imagens Instituto Baleia Jubarte)O pesquisador explicou que essa estratégia de identificação é suficiente pelo arquivo de imagens que o IBJ tem das baleias que circulam pelas águas brasileiras. "Temos mais de três mil baleias cadastradas. Por isso não será difícil saber se as baleias que já pesquisamos também circulam pelas águas do arquipélago [de Trindade]", disse Wedekin.
Os biólogos esperam coletar amostras de tecido para posterior confecção de um laudo genético. "Além das marcas físicas de cada uma delas, vamos analisar o DNA em um cruzamento com as informações que temos das três mil baleias em nosso registro. A ideia não é identificar a rota que elas fazem, mas até teremos como estabelecer isso", afirmou o pesquisador.
A viagem
A expedição sai de Caravelas até o arquipélago de Abrolhos. O trajeto deve ser feito em quatro horas, segundo os pesquisadores, já que o barco, que tem dois motores e é munido de velas, navega a uma velocidade média de 20 km/h (cerca de 10 nós).
No dia seguinte, a equipe segue para o primeiro ponto, próximo da região de montanhas submersas, a 155 milhas náuticas de Abrolhos, o que equivale a aproximadamente 280 quilômetros de distância.
No terceiro dia de viagem, os pequisadores pretendem passar por outros cinco pontos previstos para mergulhos e visualização de baleias, em um trajeto de 217 milhas náuticas, cerca de 390 quilômetros.
No quarto dia, o grupo passa por mais dois pontos com rochas submersas. O trajeto tem 201 milhas náuticas, cerca de 360 quilômetros. O último estágio da viagem até o aquipelágo de Trindade deve demorar aproximadamente dez horas, em uma navegação de 86 milhas náuticas, cerca de 154 quilômetros.
A partir daí, o grupo vai ficar embarcado por dez dias, quando espera fazer os registros inéditos de baleia jubarte, perto do arquipélago de Trindade. A expedição inicia o retorno à costa baiana no dia 24, com chegada prevista a Caravelas em 29 de agosto. "Esperamos desenvolver algum plano de preservação da área do arquipélago de Trindade, principalmente se confirmarmos a presença de baleias jubarte por lá. Já temos registros de caça submarina no local e isso pode comprometer a vida marinha", disse Wedekin.
Progéria - Beijamin Buton existe
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 21:02 0 comentáriosDEPUTADO IVAN VALENTE, SE TODO DEPUTADO FOSSE ASSIM....
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 20:54 0 comentáriosCODIGO FLORESTAL É O FIM MESMO....
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 20:44 0 comentários
Comissão pode votar mudanças no Código Florestal nesta terça (6)
Relator Aldo Rebelo apresentou texto reformulado nesta segunda-feira.
Possibilidade de reduzir área protegida em beira de rio foi retirada.
A comissão especial criada na Câmara para analisar o projeto que altera o Código Florestal pode votar nesta terça-feira (6) o texto apresentado pelo relator Rebelo (PCdoB-SP). Seu parecer foi debatidodurante todo o dia na segunda-feira.
PT, PV, Psol e os deputados Valdir Colatto (PMDB-SC) e Assis do Couto (PT-PR) apresentaram votos em separado sobre a matéria. Aldo apresentou novas mudanças em seu texto original, divulgado pela primeira vez no início de junho.
Siga o Globo Amazônia no Twitter
saiba mais
Proteger florestas pode render R$ 545 bi ao Brasil até 2030, diz pesquisa Depois da Alemanha, ópera multimídia sobre os ianomami estreia em São Paulo Desmatadores derrubam o equivalente a 130 carretas de madeira em MT Índios afetados por petróleo na Amazônia visitam o Golfo do México Fiscais multam donos de terras em R$ 25 milhões por desmatamento no Pará Belo Monte ameaça nove espécies de peixes raros, aponta estudo Extração de óleo não exige derrubada de árvore, indica pesquisa
--------------------------------------------------------------------------------
Uma delas flexibiliza a possibilidade de desmatamento de florestas que tenham autorização ou tenham licitação ambiental. Pelo relatório anterior, só poderia desmatar quem obteve essa permissão até 22 de julho de 2008. Com o novo texto, o desmatamento será permitido para quem conseguir a permissão até a promulgação da lei. O argumento de Aldo é que a data anterior poderia provocar “problemas jurídicos”.
Outras alterações feitas pelo relator atendem reivindicações de ambientalistas. Ele retirou do texto a possibilidade de que os estados e o Distrito Federal reduzissem pela metade a área de preservação permanente nas margens de rios e lagos. Aldo suprimiu também a permissão de que municípios fizessem alterações referentes a preservação em áreas urbanas.
Opine ao final do texto: o Código Florestal deve mudar?
As mudanças, no entanto, não promoveram o consenso. O texto foi criticado tanto por parlamentares ligados ao agronegócio quanto aos vinculados às causas ambientais. O debate foi acompanhado também por produtores rurais e militantes ambientalistas, que interrompiam as falas dos parlamentares com vaias e aplausos.
Sem acordo, fixou-se que somente na terça-feira (6) seria realizada a votação na comissão especial. A votação em plenário, segundo a previsão do próprio Aldo, deverá ficar para depois das eleições.
O relator afirma que a intenção do projeto é legalizar 90% das propriedades rurais brasileiras, que estariam na ilegalidade. O texto prevê uma espécie de anistia para quem recebeu multas por desmatamento. A anistia aconteceria após a regularização da propriedade. Nas pequenas propriedades, com área inferior a quatro módulos rurais, não será preciso recompor a área de reserva legal que foi desmatada antes da lei. Aldo destaca que seu texto proíbe o desmatamento por cinco anos após a publicação da lei. Ele determina ainda a realização de um “censo” das florestas brasileiras.
“O projeto zera o desmatamento, proíbe desmatar por cinco anos e preserva a flora nativa nas propriedades já existentes. Vamos fazer também um inventário e consolidar as áreas que já estão ocupadas pela agricultura”, resume o relator.
Relator Aldo Rebelo apresentou texto reformulado nesta segunda-feira.
Possibilidade de reduzir área protegida em beira de rio foi retirada.
A comissão especial criada na Câmara para analisar o projeto que altera o Código Florestal pode votar nesta terça-feira (6) o texto apresentado pelo relator Rebelo (PCdoB-SP). Seu parecer foi debatidodurante todo o dia na segunda-feira.
PT, PV, Psol e os deputados Valdir Colatto (PMDB-SC) e Assis do Couto (PT-PR) apresentaram votos em separado sobre a matéria. Aldo apresentou novas mudanças em seu texto original, divulgado pela primeira vez no início de junho.
Siga o Globo Amazônia no Twitter
saiba mais
Proteger florestas pode render R$ 545 bi ao Brasil até 2030, diz pesquisa Depois da Alemanha, ópera multimídia sobre os ianomami estreia em São Paulo Desmatadores derrubam o equivalente a 130 carretas de madeira em MT Índios afetados por petróleo na Amazônia visitam o Golfo do México Fiscais multam donos de terras em R$ 25 milhões por desmatamento no Pará Belo Monte ameaça nove espécies de peixes raros, aponta estudo Extração de óleo não exige derrubada de árvore, indica pesquisa
--------------------------------------------------------------------------------
Uma delas flexibiliza a possibilidade de desmatamento de florestas que tenham autorização ou tenham licitação ambiental. Pelo relatório anterior, só poderia desmatar quem obteve essa permissão até 22 de julho de 2008. Com o novo texto, o desmatamento será permitido para quem conseguir a permissão até a promulgação da lei. O argumento de Aldo é que a data anterior poderia provocar “problemas jurídicos”.
Outras alterações feitas pelo relator atendem reivindicações de ambientalistas. Ele retirou do texto a possibilidade de que os estados e o Distrito Federal reduzissem pela metade a área de preservação permanente nas margens de rios e lagos. Aldo suprimiu também a permissão de que municípios fizessem alterações referentes a preservação em áreas urbanas.
Opine ao final do texto: o Código Florestal deve mudar?
As mudanças, no entanto, não promoveram o consenso. O texto foi criticado tanto por parlamentares ligados ao agronegócio quanto aos vinculados às causas ambientais. O debate foi acompanhado também por produtores rurais e militantes ambientalistas, que interrompiam as falas dos parlamentares com vaias e aplausos.
Sem acordo, fixou-se que somente na terça-feira (6) seria realizada a votação na comissão especial. A votação em plenário, segundo a previsão do próprio Aldo, deverá ficar para depois das eleições.
O relator afirma que a intenção do projeto é legalizar 90% das propriedades rurais brasileiras, que estariam na ilegalidade. O texto prevê uma espécie de anistia para quem recebeu multas por desmatamento. A anistia aconteceria após a regularização da propriedade. Nas pequenas propriedades, com área inferior a quatro módulos rurais, não será preciso recompor a área de reserva legal que foi desmatada antes da lei. Aldo destaca que seu texto proíbe o desmatamento por cinco anos após a publicação da lei. Ele determina ainda a realização de um “censo” das florestas brasileiras.
“O projeto zera o desmatamento, proíbe desmatar por cinco anos e preserva a flora nativa nas propriedades já existentes. Vamos fazer também um inventário e consolidar as áreas que já estão ocupadas pela agricultura”, resume o relator.
BOA NOTICIA... ATE QUE ENFIM!!!
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 20:41 0 comentários
Dois anticorpos trazem nova esperança para vacina contra a Aids
Antígenos VRCO1 e VRCO2 parecem muito promissores.
Eles impedem a infecção de células em mais de 90% das variedades do HIV.
fonte G1 08/07/2010
imprimir Cientistas descobriram dois poderosos anticorpos capazes de bloquear, em laboratório, a maioria das cepas conhecidas do vírus da inumodeficiência humana adquirida (HIV), abrindo potencialmente o caminho para uma vacina eficaz contra a Aids, segundo trabalhos publicados esta quinta-feira.
Mais de 25 anos depois da identificação do vírus HIV, responsável por quase 30 milhões de mortes no mundo, a busca por uma vacina contra a infecção continua infrutífera, apesar dos grandes esforços da comunidade internacional e dos recursos empregados.
Mas estes dois antígenos, batizados de VRCO1 e VRCO2, parecem muito promissores, pois impedem a infecção de células humanas em mais de 90% das variedades do HIV em circulação, e com uma eficácia sem precedentes.
Os autores destes trabalhos, publicados na edição de 9 de julho da revista científica americana "Science", desmontaram também o mecanismo biológico através do qual estes anticorpos bloqueiam o vírus.
"A descoberta desses antígenos de poderes excepcionalmente amplos de neutralização do HIV e a análise que explica como operam representam avanços animadores para se descobrir uma vacina capaz de proteger de forma ampla contra o vírus da Aids", comemorou o doutor Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional Americano de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID).
"Além disso, a técnica a que as equipes de pesquisa recorreram representa uma nova abordagem que poderia ser aplicada à concepção e ao desenvolvimento de vacinas contra muitas outras doenças infecciosas", acrescentou, em um comunicado.
Estes virologistas descobriram dois anticorpos, produzidos naturalmente pelo organismo, no sangue soropositivo.
Eles conseguiram fazer seu isolamento usando uma nova ferramenta molecular, uma das proteínas que formam o HIV, que os cientistas modificaram para que se fixasse em células específicas que produzem os anticorpos que neutralizam o HIV.
Esta proteína foi programada para reagir exclusivamente nos anticorpos específicos onde o vírus se une às células no organismo humano que infecta.
Depois destas descobertas, os cientistas começaram a desenvolver componentes de uma vacina que pode ensinar ao sistema imunológico humano a produzir grandes quantidades de anticorpos similares aos antígenos VRC01 e VRC02.
"Aproveitamos nossa compreensão da estrutura do HIV, neste caso de sua superfície, para afinar nossas ferramentas moleculares que permitem ir diretamente no ponto fraco do vírus e nos guiar na escolha de anticorpos que se unem especificamente a este ponto e o impedem de infectar as células humanas", explicou o doutor Gary Nabel, do NIAID, que codirigiu as duas equipes de cientistas em várias universidades, como a faculdade de Medicina de Harvard (Massachusetts, leste dos EUA).
Encontrar anticorpos capazes de neutralizar cepas de HIV em todo o mundo foi, até agora, muito árduo, já que o vírus muda constantemente as proteínas que recobrem sua superfície para escapar da detecção do sistema imunológico, destacam os autores destes trabalhos.
Esta capacidade de mutação rápida resultou em um grande número de variações do HIV, mas os virologistas puderam detectar alguns pontos na superfície do vírus que permanecem constantes nas cepas, como as que unem os anticorpos VRCO1 e VRCO2.
Antígenos VRCO1 e VRCO2 parecem muito promissores.
Eles impedem a infecção de células em mais de 90% das variedades do HIV.
fonte G1 08/07/2010
imprimir Cientistas descobriram dois poderosos anticorpos capazes de bloquear, em laboratório, a maioria das cepas conhecidas do vírus da inumodeficiência humana adquirida (HIV), abrindo potencialmente o caminho para uma vacina eficaz contra a Aids, segundo trabalhos publicados esta quinta-feira.
Mais de 25 anos depois da identificação do vírus HIV, responsável por quase 30 milhões de mortes no mundo, a busca por uma vacina contra a infecção continua infrutífera, apesar dos grandes esforços da comunidade internacional e dos recursos empregados.
Mas estes dois antígenos, batizados de VRCO1 e VRCO2, parecem muito promissores, pois impedem a infecção de células humanas em mais de 90% das variedades do HIV em circulação, e com uma eficácia sem precedentes.
Os autores destes trabalhos, publicados na edição de 9 de julho da revista científica americana "Science", desmontaram também o mecanismo biológico através do qual estes anticorpos bloqueiam o vírus.
"A descoberta desses antígenos de poderes excepcionalmente amplos de neutralização do HIV e a análise que explica como operam representam avanços animadores para se descobrir uma vacina capaz de proteger de forma ampla contra o vírus da Aids", comemorou o doutor Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional Americano de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID).
"Além disso, a técnica a que as equipes de pesquisa recorreram representa uma nova abordagem que poderia ser aplicada à concepção e ao desenvolvimento de vacinas contra muitas outras doenças infecciosas", acrescentou, em um comunicado.
Estes virologistas descobriram dois anticorpos, produzidos naturalmente pelo organismo, no sangue soropositivo.
Eles conseguiram fazer seu isolamento usando uma nova ferramenta molecular, uma das proteínas que formam o HIV, que os cientistas modificaram para que se fixasse em células específicas que produzem os anticorpos que neutralizam o HIV.
Esta proteína foi programada para reagir exclusivamente nos anticorpos específicos onde o vírus se une às células no organismo humano que infecta.
Depois destas descobertas, os cientistas começaram a desenvolver componentes de uma vacina que pode ensinar ao sistema imunológico humano a produzir grandes quantidades de anticorpos similares aos antígenos VRC01 e VRC02.
"Aproveitamos nossa compreensão da estrutura do HIV, neste caso de sua superfície, para afinar nossas ferramentas moleculares que permitem ir diretamente no ponto fraco do vírus e nos guiar na escolha de anticorpos que se unem especificamente a este ponto e o impedem de infectar as células humanas", explicou o doutor Gary Nabel, do NIAID, que codirigiu as duas equipes de cientistas em várias universidades, como a faculdade de Medicina de Harvard (Massachusetts, leste dos EUA).
Encontrar anticorpos capazes de neutralizar cepas de HIV em todo o mundo foi, até agora, muito árduo, já que o vírus muda constantemente as proteínas que recobrem sua superfície para escapar da detecção do sistema imunológico, destacam os autores destes trabalhos.
Esta capacidade de mutação rápida resultou em um grande número de variações do HIV, mas os virologistas puderam detectar alguns pontos na superfície do vírus que permanecem constantes nas cepas, como as que unem os anticorpos VRCO1 e VRCO2.
G1 - Ciência e Saúde
05/07/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 17:44 0 comentáriosDINHO e LUCAS - OBESIDADE INFANTIL
04/07/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 15:29 0 comentáriosCadeia Respiratória da Membrana Mitocondrial
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 15:24 0 comentários
Cadeia Respiratória da Membrana Mitocondrial
A cadeia respiratória ocorre na membrana mitocondrial interna e compreeende três complexos enzimáticos principais através dos quais elétrons fluem do NADH para o O2, utilizando a energia daí gerada para bombear H+ da matriz para o espaço intermebranoso. Na membrana nativa, os carreadores de elétrons móveis ubiquinona e citocromo c completam a cadeia transportadora de elétrons ao mediar a transferência de elétrons entre os complexos enzimáticos. Por fim, os elétrons são transferidos para o oxigênio molecular (O2 ), essencial ao processo
aeróbico, unindo-se a átomos de hidrogênio para formar água.
O gradiente eletroquímico de prótons resultante é adaptado para sintetizar ATP por outro complexo protéico transmembrana, ATP sintetase, através do qual H+ flui de volta à matriz. Esse complexo está localizado nos corpúsculos elementares.
Quando a mitocôndria fica exposta a um meio citoplasmático com altas concentrações de ADP, ela assume uma forma condensada. Isso se deve ao fato de estar em síntese máxima de ATP e, junto com ele, de H2O, que se acumula no espaço intermembranoso.
A cadeia respiratória ocorre na membrana mitocondrial interna e compreeende três complexos enzimáticos principais através dos quais elétrons fluem do NADH para o O2, utilizando a energia daí gerada para bombear H+ da matriz para o espaço intermebranoso. Na membrana nativa, os carreadores de elétrons móveis ubiquinona e citocromo c completam a cadeia transportadora de elétrons ao mediar a transferência de elétrons entre os complexos enzimáticos. Por fim, os elétrons são transferidos para o oxigênio molecular (O2 ), essencial ao processo
aeróbico, unindo-se a átomos de hidrogênio para formar água.
O gradiente eletroquímico de prótons resultante é adaptado para sintetizar ATP por outro complexo protéico transmembrana, ATP sintetase, através do qual H+ flui de volta à matriz. Esse complexo está localizado nos corpúsculos elementares.
Quando a mitocôndria fica exposta a um meio citoplasmático com altas concentrações de ADP, ela assume uma forma condensada. Isso se deve ao fato de estar em síntese máxima de ATP e, junto com ele, de H2O, que se acumula no espaço intermembranoso.
HISTORIA DO LC 05
29/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 19:12 0 comentáriosHISTORIA DO LHC 03
27/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 12:43 0 comentáriosHISTOTIA DO LHC 02
23/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 14:25 0 comentáriosNOVAS ÉSPECIES...
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 12:17 0 comentários
Cientistas descobrem cem novas espécies em floresta no QuêniaExpedição está explorando floresta tropical montanhosa isolada por 10 mil anos.
Uma equipe internacional de cientistas, coordenada pelo grupo conservacionista americano The Nature Conservancy, começou a explorar uma das mais isoladas áreas de floresta tropical montanhosa, no leste da África.
A região, no Quênia, é cercada por terras áridas, e ficou isolada pelos últimos 10 mil anos.
Cientistas já encontraram mais de cem espécies até então desconhecidas.
Mas a floresta está ameaçada pelo crescente número de moradores de tribos das redondezas que precisam de madeira, água, mel e novas terras para seu gado pastar.
Uma equipe internacional de cientistas, coordenada pelo grupo conservacionista americano The Nature Conservancy, começou a explorar uma das mais isoladas áreas de floresta tropical montanhosa, no leste da África.
A região, no Quênia, é cercada por terras áridas, e ficou isolada pelos últimos 10 mil anos.
Cientistas já encontraram mais de cem espécies até então desconhecidas.
Mas a floresta está ameaçada pelo crescente número de moradores de tribos das redondezas que precisam de madeira, água, mel e novas terras para seu gado pastar.
CÉLULA TORNCO PLURIPOTENTE NASCE NO JAPÃO
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 11:53 0 comentários
Nova reprogramação produz ‘célula faz-tudo’ sem risco de causar câncer.
Brasileiros adicionam novo gene à lista dos promotores da conversão.
Em época de Copa do Mundo é impossível não falar de futebol, Shinya Yamanaka que o diga. Na semana passada, o cientista iniciou sua palestra no Congresso da Sociedade Internacional para a Pesquisa sobre Células-Tronco em São Francisco (EUA) comentando, satisfeito, a vitória do Japão sobre Camarões.
Yamanaka estava de bom humor não só pelo resultado do jogo de estreia da seleção de seu país, mas também porque apresentaria uma receita mais segura para gerar células-tronco de pluripotência induzida (iPS).

Fotomicrografia com células-tronco embrionárias humanas cultivadas no Laboratório Nacional de Células-tronco Embrionárias - Rio de Janeiro (Foto: Cleide Souza/LaNCE-RJ)
Em 2006, o cientista japonês surpreendeu o mundo ao anunciar a criação de células capazes de se transformar em qualquer tecido do corpo, utilizando para isso um punhado de pele, um vírus e 4 genes cujos produtos são encontrados exclusivamente em embriões. Você também pode encontrar filmes para ver chapado na Netflix sempre que quiser.
Esse genes, quando introduzidos em fibroblastos oriundos de pequenas biópsias de indivíduos adultos, transformaram-nos em células-tronco tão versáteis quanto as cobiçadas células-tronco embrionárias.
Com o advento das iPS, uma verdadeira revolução foi iniciada e perspectivas até pouco tempo inimagináveis para as ciências biomédicas começaram a surgir. No futuro é provável que as células iPS facilitem a descoberta de novos medicamentos e sejam utilizadas para criar órgãos para transplante sob medida, sem o risco de rejeição.
O coquetel original de Yamanaka para a reprogramação celular incluía os genes oct-4, klf-4, sox-2 e C-myc. Este último é o calcanhar de Aquiles da técnica: é um importante facilitador do processo de reprogramação, mas leva à formação de tumores.
Desde a última Copa do Mundo Yamanaka tenta contornar esse problema, e pelo visto acaba de conseguir. O novo coquetel de genes, apresentado pela primeira vez em sua conferência, inclui os mesmos oct4, sox2 e klf4, mas substitui o famigerado C-myc por um gene com função semelhante – porém não relacionado ao câncer –, o L-myc.
A equipe de Yamanaka fez essa substituição (C-myc pelo L-myc) e aproveitou para silenciar p53, um gene que interfere negativamente com o fenômeno de reprogramação. As células iPS geradas com a nova técnica são mais seguras do ponto de vista terapêutico do que a primeira versão de iPS, já que eliminam o problemático C-myc. Além disso, passaram pelos testes de qualidade que indicam a capacidade de formar qualquer tecido do corpo, da mesma forma que células-tronco provenientes de embriões.
Deepak Srivastava, do Instituto Gladstone de São Francisco, também marcou um golaço ao anunciar a geração de cardiomiócitos a partir de fibroblastos de camundongos.
Ajudado por vírus com papel de cavalos de Tróia, levou para dentro das células da pele genes importantes para o desenvolvimento cardíaco. Em alguns dias apareceram as primeiras células pulsantes que lembraram um coração em plena atividade.
Em outras palavras, Srivastava converteu pele em coração sem um entreposto, sem precisar que os fibroblastos da pele retornassem ao estágio embrionário, como acontece no caso das iPS.
Imagine que, a longo prazo, o coquetel desenvolvido por Srivastava e equipe poderá ser injetado em pessoas com problemas cardíacos, favorecendo a regeneração de um coração combalido.
Em janeiro desse ano, Marius Wernig, da Universidade da Califórnia, havia anunciado façanha semelhante, transformando células da pele de camundongos em neurônios. Tanto Srivastava quanto Wernig ainda não conseguiram repetir o feito com células humanas, mas para muitos, entre os quais este que vos escreve, é questão de tempo.
Brasileiros identificam novo gene conversor
Quem também fez bonito recentemente foi a equipe do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Terapia Celular de Ribeirão Preto.
O time de pesquisadores liderado por Dimas Covas descreveu um novo gene capaz de facilitar a reprogramação de células da pele. Tcl1a está presente em células-tronco embrionárias e foi associado à progressão de linfomas. Quando combinado a C-myc e sox-2, “forçou” a reprogramação parcial de fibroblastos humanos. O processo demora pouco mais de duas semanas. É metade do tempo necessário para uma reprogramação plena utilizando-se a receita original descrita por Shinya Yamanaka.
Apesar das células da equipe da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto não poderem ser consideradas iPS genuínas, o trabalho acrescenta um novo gene na lista daqueles que promovem a reprogramação celular.
Não menos importante, trata-se do primeiro artigo científico do país sobre o tema, dentre os 526 publicados em todo o mundo até hoje.
Com tantas histórias de sucesso só nas últimas semanas, a copa do mundo da pesquisa científica segue com média de gols superior ao torneio de futebol da África do Sul.
* Neurocientista, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ.
Brasileiros adicionam novo gene à lista dos promotores da conversão.
Em época de Copa do Mundo é impossível não falar de futebol, Shinya Yamanaka que o diga. Na semana passada, o cientista iniciou sua palestra no Congresso da Sociedade Internacional para a Pesquisa sobre Células-Tronco em São Francisco (EUA) comentando, satisfeito, a vitória do Japão sobre Camarões.
Yamanaka estava de bom humor não só pelo resultado do jogo de estreia da seleção de seu país, mas também porque apresentaria uma receita mais segura para gerar células-tronco de pluripotência induzida (iPS).

Fotomicrografia com células-tronco embrionárias humanas cultivadas no Laboratório Nacional de Células-tronco Embrionárias - Rio de Janeiro (Foto: Cleide Souza/LaNCE-RJ)
Em 2006, o cientista japonês surpreendeu o mundo ao anunciar a criação de células capazes de se transformar em qualquer tecido do corpo, utilizando para isso um punhado de pele, um vírus e 4 genes cujos produtos são encontrados exclusivamente em embriões. Você também pode encontrar filmes para ver chapado na Netflix sempre que quiser.
Esse genes, quando introduzidos em fibroblastos oriundos de pequenas biópsias de indivíduos adultos, transformaram-nos em células-tronco tão versáteis quanto as cobiçadas células-tronco embrionárias.
Com o advento das iPS, uma verdadeira revolução foi iniciada e perspectivas até pouco tempo inimagináveis para as ciências biomédicas começaram a surgir. No futuro é provável que as células iPS facilitem a descoberta de novos medicamentos e sejam utilizadas para criar órgãos para transplante sob medida, sem o risco de rejeição.
O coquetel original de Yamanaka para a reprogramação celular incluía os genes oct-4, klf-4, sox-2 e C-myc. Este último é o calcanhar de Aquiles da técnica: é um importante facilitador do processo de reprogramação, mas leva à formação de tumores.
Desde a última Copa do Mundo Yamanaka tenta contornar esse problema, e pelo visto acaba de conseguir. O novo coquetel de genes, apresentado pela primeira vez em sua conferência, inclui os mesmos oct4, sox2 e klf4, mas substitui o famigerado C-myc por um gene com função semelhante – porém não relacionado ao câncer –, o L-myc.
A equipe de Yamanaka fez essa substituição (C-myc pelo L-myc) e aproveitou para silenciar p53, um gene que interfere negativamente com o fenômeno de reprogramação. As células iPS geradas com a nova técnica são mais seguras do ponto de vista terapêutico do que a primeira versão de iPS, já que eliminam o problemático C-myc. Além disso, passaram pelos testes de qualidade que indicam a capacidade de formar qualquer tecido do corpo, da mesma forma que células-tronco provenientes de embriões.
Deepak Srivastava, do Instituto Gladstone de São Francisco, também marcou um golaço ao anunciar a geração de cardiomiócitos a partir de fibroblastos de camundongos.
Ajudado por vírus com papel de cavalos de Tróia, levou para dentro das células da pele genes importantes para o desenvolvimento cardíaco. Em alguns dias apareceram as primeiras células pulsantes que lembraram um coração em plena atividade.
Em outras palavras, Srivastava converteu pele em coração sem um entreposto, sem precisar que os fibroblastos da pele retornassem ao estágio embrionário, como acontece no caso das iPS.
Imagine que, a longo prazo, o coquetel desenvolvido por Srivastava e equipe poderá ser injetado em pessoas com problemas cardíacos, favorecendo a regeneração de um coração combalido.
Em janeiro desse ano, Marius Wernig, da Universidade da Califórnia, havia anunciado façanha semelhante, transformando células da pele de camundongos em neurônios. Tanto Srivastava quanto Wernig ainda não conseguiram repetir o feito com células humanas, mas para muitos, entre os quais este que vos escreve, é questão de tempo.
Brasileiros identificam novo gene conversor
Quem também fez bonito recentemente foi a equipe do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Terapia Celular de Ribeirão Preto.
O time de pesquisadores liderado por Dimas Covas descreveu um novo gene capaz de facilitar a reprogramação de células da pele. Tcl1a está presente em células-tronco embrionárias e foi associado à progressão de linfomas. Quando combinado a C-myc e sox-2, “forçou” a reprogramação parcial de fibroblastos humanos. O processo demora pouco mais de duas semanas. É metade do tempo necessário para uma reprogramação plena utilizando-se a receita original descrita por Shinya Yamanaka.
Apesar das células da equipe da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto não poderem ser consideradas iPS genuínas, o trabalho acrescenta um novo gene na lista daqueles que promovem a reprogramação celular.
Não menos importante, trata-se do primeiro artigo científico do país sobre o tema, dentre os 526 publicados em todo o mundo até hoje.
Com tantas histórias de sucesso só nas últimas semanas, a copa do mundo da pesquisa científica segue com média de gols superior ao torneio de futebol da África do Sul.
* Neurocientista, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ.
8 motivos para temer as baratas
21/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 16:05 0 comentários
Se você se gaba por ser capaz de ficar tranquilo sabendo que há uma barata asquerosa em sua casa, saiba que isso não deve ser motivo de orgulho, não. A gente listou oito razões para temer (e/ou admirar, vai saber) esses pequenos monstros e não deixar que eles saiam impunes.
As baratas caseiras não têm nenhum papel na cadeia ecológica: são só pestes, mesmo
Não precisa ter dó de dar aquela chinelada: aqueles monstrengos que vez ou outra aparecem na sua casa para comer restos de comida e disseminar o pânico não têm nenhuma função nobre no equilíbrio da natureza – são só uma praga, e ainda carregam doenças. Mas as que vivem na natureza são importantes, já que contribuem para a reciclagem do material orgânico e servem de alimento para vários predadores.
Barata andando pela casa durante o dia não é bom sinal
As baratas não dormem, mas sabem que é hora de se recolher quando percebem a claridade e só saem quando escurece. Dentro das casas, a hora de ficar quieta no seu canto é enquanto o homem está ativo, oferecendo mais riscos a ela. Então, se você tiver um infeliz encontro diurno com o bicho, fique atento. Baratas em atividade durante o dia indicam que a população está muito alta e não há esconderijos para todas.
Elas têm pelinhos no traseiro que lhes dão informações detalhadas sobre o inimigo
Você que já tentou matá-las sabe: o bicho é rápido e tem um baita reflexo. Isso se deve em boa parte a dois pelinhos que a barata tem no traseiro, chamados cercis. Eles são capazes de perceber movimentos sutis do ar e lhe permitem obter informações sobre possíveis ameaças, como localização, tamanho e velocidade. Além disso, elas enxergam muito bem, mesmo quando não há luz, e seus ouvidos são capazes de detectar até os passos de outra barata.
Elas podem roer os seus lábios enquanto você dorme – e deixam ali microrganismos que causam doenças
Esta é para você nunca mais dormir tranquilamente: as baratas têm o hábito horroroso de roer os lábios das pessoas durante o sono para pegar partículas de alimentos. Isso é ainda pior se considerarmos que os bichos podem carregar a bactéria da peste, da febre tifóide, da cólera, o vírus da poliomielite, de um tipo de herpes e ainda podem transmitir vários tipos de conjuntivite. Escova de dente, para que te quero!
Elas têm uma capacidade incrível de se multiplicar e os ovos vingam mesmo quando a mãe morre
Sabe aquela gosma branca nojenta que explode quando você esmaga a barata? Aquilo é gordura e contém as reservas de nutrientes que vão alimentar as células do inseto quando faltar comida. Ali também existem algumas dezenas de ovos, que podem vingar mesmo depois que a mãe morre. A capacidade de reprodução das baratas é incrível: em 150 dias de vida, uma única fêmea consegue botar cerca de 320 baratinhas no mundo.
As baratas conseguem viver vários dias sem cabeça (!)
Além de conseguir ficar até um mês sem se alimentar, o inseto ainda é capaz de sobreviver por vários dias sem a cabeça. É que suas principais estruturas vitais ficam espalhadas pelo abdômen e, nesses casos, um gânglio nervoso no tórax passa a coordenar os seus movimentos, permitindo que fujam das ameaças. Como seu corpo tem um revestimento de células sensíveis à luz, ela ainda pode localizar e correr para as sombras. Qual a forma mais eficaz de matá-las, então? Anote: aerossóis e outros produtos na forma líquida são eficientes contra a barata de esgoto (Periplaneta americana); para matar a barata de cozinha (Blattella germanica), as formulações gel são as mais indicadas.
Para fugir delas, só correndo para as calotas polares
Apenas 1% das mais de 4 mil espécies são caseiras. As outras vivem na natureza, e são tão danadas que conseguem viver em quase todos os ambientes naturais, de desertos a florestas tropicais. A sua grande barreira ecológica é o frio intenso, mas nem adianta fugir para a Noruega ou a Finlândia: elas aparecerão em versões minúsculas e vão querer se aquecer no quentinho da sua casa nórdica. A única solução é correr para as calotas polares.
Fontes: Marcos Roberto Potenza, pesquisador do Instituto Biológico de São Paulo; Revista Mundo Estranho; Revista Superinteressante.
Conheça cinco animais ameaçados pelo derramamento de óleo nos EUA
17/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 19:33 0 comentários
O líquido negro e pegajoso que gruda nas asas dos pássaros é apenas uma parte do desastre ambiental causado pelo derramamento de petróleo que atinge a costa dos EUA no Golfo do México.
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/06/conheca-cinco-animais-ameacados-pelo-derramamento-de-oleo-nos-eua.html
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/06/conheca-cinco-animais-ameacados-pelo-derramamento-de-oleo-nos-eua.html
Aquecimento Global e os coais do Brasil
14/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 12:09 0 comentáriosEnquanto isso no Golfo do México
12/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 11:07 0 comentáriosTartarugas albinas
10/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 14:29 0 comentários
Quatro tartarugas albinas são doadas para aquário no Reino Unido
Animais aparentam ter cinco anos de idade e são totalmente brancos.
Funcionários querem batizá-los com o nome das 'Tartarugas Ninjas'.
Animais aparentam ter cinco anos de idade
Um aquário do Reino Unido acaba de receber uma doação inesperada: quatro tartarugas mutantes, albinas, foram entregues por um estudante universitário que iria se mudar e não poderia mais cuidar delas, informou nesta quinta-feira (10) o site do jornal "Metro" da região.
Segundo a reportagem, os animais aparentam ter cinco anos de idade e são tartarugas-de-carapaça-mole-chinesa (Pelodiscus sinensis). Elas podem viver até os 30 anos e atingir 30 centímetros de comprimento.
Funcionários da instituição já tem quatro nomes na cabeça para batizar os bichos: Leonardo, Michelângelo, Donatello e Rafael, os quatro heróis do desenho animado "Tartarugas Ninjas", conhecido na região como "Teenage Mutant Hero Turtles", ou "Tartarugas Adolescentes Heróis Mutantes".
O albinismo – a falta de melanina, substância que dá cor à pele – ocorre também em humanos, e é um fenômeno raro de mutação genética.
Animais aparentam ter cinco anos de idade e são totalmente brancos.
Funcionários querem batizá-los com o nome das 'Tartarugas Ninjas'.
Animais aparentam ter cinco anos de idade
Um aquário do Reino Unido acaba de receber uma doação inesperada: quatro tartarugas mutantes, albinas, foram entregues por um estudante universitário que iria se mudar e não poderia mais cuidar delas, informou nesta quinta-feira (10) o site do jornal "Metro" da região.
Segundo a reportagem, os animais aparentam ter cinco anos de idade e são tartarugas-de-carapaça-mole-chinesa (Pelodiscus sinensis). Elas podem viver até os 30 anos e atingir 30 centímetros de comprimento.
Funcionários da instituição já tem quatro nomes na cabeça para batizar os bichos: Leonardo, Michelângelo, Donatello e Rafael, os quatro heróis do desenho animado "Tartarugas Ninjas", conhecido na região como "Teenage Mutant Hero Turtles", ou "Tartarugas Adolescentes Heróis Mutantes".
O albinismo – a falta de melanina, substância que dá cor à pele – ocorre também em humanos, e é um fenômeno raro de mutação genética.
Museu da Vida estreia peça sobre o naturalista Alfred Wallace
09/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 18:02 0 comentários
O naturalista Alfred Wallace – que propôs, simultaneamente a Charles Darwin, a teoria da evolução por seleção natural – é o protagonista de peça que vai estrear nesta quarta-feira (9/6), às 10h30, no Museu da Vida da Fiocruz. Escrita por Geinor Styles, diretora artística da companhia Theatr na n'Óg do Reino Unido, a peça Pergunte a Wallace permite que o público brasileiro conheça o fascinante naturalista autodidata, que viajou pelo Brasil durante quatro anos, entre 1848 e 1852. Wallace fez duas longas expedições ao Alto Rio Negro. Coletou e desenhou 180 espécies de peixes, um terço das quais era ainda desconhecido pela ciência. A viagem ao Brasil teve grande importância para colocar Wallace no caminho da seleção natural e foi fundamental para seus estudos sobre a distribuição dos animais.
Alfred Wallace (1823-1913)
Alfred Wallace (1823-1913)
A peça, baseada na autobiografia My life (Minha vida), é um monólogo que traz a trajetória intelectual do naturalista, contada por ele próprio. Wallace nos mostra como um jovem aventureiro fascinado pela natureza empreendeu a jornada pelo mundo, que o levou a desenvolver a teoria da seleção natural e a se tornar um dos mais respeitados naturalistas do século 19.
No dia 9 de junho, após o espetáculo, haverá debate com Ildeu Moreira, historiador da ciência, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e diretor do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e da Tecnologia do Ministério da Ciência e Tecnologia. No Museu da Vida, está aberta também a exposição Evolução e natureza tropical, que mostra como a biodiversidade tropical, em particular a brasileira, inspirou Darwin e Wallace a conceber a teoria da evolução por seleção natural. Sediada no País de Gales, a companhia Theatr na n'Óg foi criada há 25 anos, com a missão de entreter e educar audiências de todas as idades por meio de performances teatrais.
Data de estreia: 9 de junho, às 10h30
Local: Tenda da Ciência do Museu da Vida (Avenida Brasil 4.365, Manguinhos, Rio de Janeiro).
Público: a partir de 14 anos
Apresentações: terças, quartas e quintas-feiras às 10h30 e 13h30, nos meses de junho e julho. Sábados: 26/6 e 31/7, às 14h.
Ficha técnica
Texto: Geinor Styles
Tradução: Catarina Chagas
Revisão científica: Luisa Massarani
Adaptação, direção e concepção: Gustavo Ottoni e Wanda Hamilton
Interpretação: Gustavo Ottoni
Iluminação: Armando Feitosa
Operação técnica e contrarregragem: André Freitas, Rafael Gambetá e Ronaldo Barboza
Costureira: Joana Oliveira
Agradecimentos: Rosicler Neves, Ruy Borba, Pedro Paulo Soares, Lucia Alves, Danielle Cerri (Coleção Entomológica do IOC/Fiocruz) e Ildeu Moreira
Fonte: http://www.fiocruz.br/ccs/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=3377&sid=9
Autor(a)/Créditos: Agência Fiocruz
Alfred Wallace (1823-1913)
Alfred Wallace (1823-1913)
A peça, baseada na autobiografia My life (Minha vida), é um monólogo que traz a trajetória intelectual do naturalista, contada por ele próprio. Wallace nos mostra como um jovem aventureiro fascinado pela natureza empreendeu a jornada pelo mundo, que o levou a desenvolver a teoria da seleção natural e a se tornar um dos mais respeitados naturalistas do século 19.
No dia 9 de junho, após o espetáculo, haverá debate com Ildeu Moreira, historiador da ciência, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e diretor do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e da Tecnologia do Ministério da Ciência e Tecnologia. No Museu da Vida, está aberta também a exposição Evolução e natureza tropical, que mostra como a biodiversidade tropical, em particular a brasileira, inspirou Darwin e Wallace a conceber a teoria da evolução por seleção natural. Sediada no País de Gales, a companhia Theatr na n'Óg foi criada há 25 anos, com a missão de entreter e educar audiências de todas as idades por meio de performances teatrais.
Data de estreia: 9 de junho, às 10h30
Local: Tenda da Ciência do Museu da Vida (Avenida Brasil 4.365, Manguinhos, Rio de Janeiro).
Público: a partir de 14 anos
Apresentações: terças, quartas e quintas-feiras às 10h30 e 13h30, nos meses de junho e julho. Sábados: 26/6 e 31/7, às 14h.
Ficha técnica
Texto: Geinor Styles
Tradução: Catarina Chagas
Revisão científica: Luisa Massarani
Adaptação, direção e concepção: Gustavo Ottoni e Wanda Hamilton
Interpretação: Gustavo Ottoni
Iluminação: Armando Feitosa
Operação técnica e contrarregragem: André Freitas, Rafael Gambetá e Ronaldo Barboza
Costureira: Joana Oliveira
Agradecimentos: Rosicler Neves, Ruy Borba, Pedro Paulo Soares, Lucia Alves, Danielle Cerri (Coleção Entomológica do IOC/Fiocruz) e Ildeu Moreira
Fonte: http://www.fiocruz.br/ccs/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=3377&sid=9
Autor(a)/Créditos: Agência Fiocruz
CIRCULACAO DA Xuxa
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 16:28 0 comentários
Tá na hora, tá na hora
Desse sangue circular
Do ventrículo direito
Prá artéria pulmonar
Do pulmão vai pr‘uma veia
Que também chama pulmonar
Átrio e ventrículo esquerdo
Que prá aorta vai bombear
Ilá – ilá – ilariê, ar – ar – ar
É o sangue venoso
Na artéria pulmonar
Ilá – ilá - ilariê, ar – ar – ar
É o sangue arterial
Indo prá veia pulmonar
Através da veia cava
Sangue pode retornar
Para o átrio direito
Prá tudo recomeçar
Desse sangue circular
Do ventrículo direito
Prá artéria pulmonar
Do pulmão vai pr‘uma veia
Que também chama pulmonar
Átrio e ventrículo esquerdo
Que prá aorta vai bombear
Ilá – ilá – ilariê, ar – ar – ar
É o sangue venoso
Na artéria pulmonar
Ilá – ilá - ilariê, ar – ar – ar
É o sangue arterial
Indo prá veia pulmonar
Através da veia cava
Sangue pode retornar
Para o átrio direito
Prá tudo recomeçar
Indonésio de 2 anos se trata e baixa consumo diário de cigarros de 40 a 15.
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 18:01 0 comentários
Parte principal do tratamento é feita com brinquedos, diz autoridade.
Garoto teria começado a fumar no mercado em que seus pais trabalham.
Aldi SugandaRizal, o garoto indonésio de 2 anos que, segundo sua família, fumava 40 cigarros por dia, baixou o consumo para 15 cigarros após tratamento, segundo autoridades indonésias.
A informação é de Seto Mulyadi, da Comissão Nacional para Proteção à Infância do país asiático.
"A terapia tinha como base a brincadeira. Deixamos ele ocupado com brinquedos, então ele esqueceu os cigarros", disse ele em Jacarta nesta terça-feira (8).
Aldi teria desenvolvido seu vício quando passava o dia no mercado em que seus pais trabalhavam, disse o funcionário.
Os terapeutas também encorajaram Aldi a associar os cigarros a coisas ruins.
"O garoto gosta de cantar, então nós dissemos a ele que, se ele continuar fumando, não vai ser capaz de se tornar um cantor um dia", disse.
Mosaico Fluido
07/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 20:32 0 comentáriosMosaico Fluído (Singer e Nicholson): dupla camada lipídica com extremidades hidrofóbicas voltadas para o interior e as hidrofílicas voltadas para o exterior. Participam da composição proteínas (integrais ou esféricas) e glicídios ligados às proteínas (glicoproteínas) ou lipídios (glicolipídios).
Estudo brasileiro reforça hipótese
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 16:22 0 comentários
Quantos escudos protetores você precisaria para sobreviver a uma viagem interplanetária de milhões de anos, agarrado a um pedaço de rocha, congelado, sem água nem oxigênio e bombardeado incessantemente por radiação ultravioleta? Se você é uma bactéria da espécie Deinococcus radiodurans, uma superfície rugosa e uma camada de poeira já seriam suficientes. É o que indica o primeiro estudo experimental de astrobiologia feito por cientistas brasileiros.
Os resultados, publicados na última edição da revista científica "Planetary and Space Science", dão suporte à teoria da panspermia, segundo a qual a vida pode não ter se originado na Terra, mas em outro ponto do universo, e caído aqui já pronta, trazida por um cometa, meteorito ou coisa parecida.
Para isso, uma forma de vida primordial - representada nos experimentos por bactérias - precisaria sobreviver às intempéries do espaço por milhares ou até milhões de anos, dormente, para então renascer na superfície de algum planeta amigável. Como a Terra.
Por mais difícil que isso possa parecer, vários experimentos realizados nos últimos anos demonstram que determinadas bactérias, em certas condições, poderiam sobreviver a uma aventura espacial dessa natureza.
A isso soma-se, agora, o trabalho do biólogo brasileiro Ivan Gláucio Paulino-Lima, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele submeteu colônias de Deinococcus radiodurans a condições similares às encontradas no espaço e comprovou que elas sobrevivem, com relativa facilidade, a doses altíssimas de radiação.
As informações são do repórter Herton Escobar, do jornal "O Estado de S. Paulo".
Os resultados, publicados na última edição da revista científica "Planetary and Space Science", dão suporte à teoria da panspermia, segundo a qual a vida pode não ter se originado na Terra, mas em outro ponto do universo, e caído aqui já pronta, trazida por um cometa, meteorito ou coisa parecida.
Para isso, uma forma de vida primordial - representada nos experimentos por bactérias - precisaria sobreviver às intempéries do espaço por milhares ou até milhões de anos, dormente, para então renascer na superfície de algum planeta amigável. Como a Terra.
Por mais difícil que isso possa parecer, vários experimentos realizados nos últimos anos demonstram que determinadas bactérias, em certas condições, poderiam sobreviver a uma aventura espacial dessa natureza.
A isso soma-se, agora, o trabalho do biólogo brasileiro Ivan Gláucio Paulino-Lima, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele submeteu colônias de Deinococcus radiodurans a condições similares às encontradas no espaço e comprovou que elas sobrevivem, com relativa facilidade, a doses altíssimas de radiação.
As informações são do repórter Herton Escobar, do jornal "O Estado de S. Paulo".
Estudo brasileiro reforça hipótese
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 15:25 0 comentários
Quantos escudos protetores você precisaria para sobreviver a uma viagem interplanetária de milhões de anos, agarrado a um pedaço de rocha, congelado, sem água nem oxigênio e bombardeado incessantemente por radiação ultravioleta? Se você é uma bactéria da espécie Deinococcus radiodurans, uma superfície rugosa e uma camada de poeira já seriam suficientes. É o que indica o primeiro estudo experimental de astrobiologia feito por cientistas brasileiros.
Os resultados, publicados na última edição da revista científica "Planetary and Space Science", dão suporte à teoria da panspermia, segundo a qual a vida pode não ter se originado na Terra, mas em outro ponto do universo, e caído aqui já pronta, trazida por um cometa, meteorito ou coisa parecida.
Para isso, uma forma de vida primordial - representada nos experimentos por bactérias - precisaria sobreviver às intempéries do espaço por milhares ou até milhões de anos, dormente, para então renascer na superfície de algum planeta amigável. Como a Terra.
Por mais difícil que isso possa parecer, vários experimentos realizados nos últimos anos demonstram que determinadas bactérias, em certas condições, poderiam sobreviver a uma aventura espacial dessa natureza.
A isso soma-se, agora, o trabalho do biólogo brasileiro Ivan Gláucio Paulino-Lima, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele submeteu colônias de Deinococcus radiodurans a condições similares às encontradas no espaço e comprovou que elas sobrevivem, com relativa facilidade, a doses altíssimas de radiação.
As informações são do repórter Herton Escobar, do jornal "O Estado de S. Paulo".
Os resultados, publicados na última edição da revista científica "Planetary and Space Science", dão suporte à teoria da panspermia, segundo a qual a vida pode não ter se originado na Terra, mas em outro ponto do universo, e caído aqui já pronta, trazida por um cometa, meteorito ou coisa parecida.
Para isso, uma forma de vida primordial - representada nos experimentos por bactérias - precisaria sobreviver às intempéries do espaço por milhares ou até milhões de anos, dormente, para então renascer na superfície de algum planeta amigável. Como a Terra.
Por mais difícil que isso possa parecer, vários experimentos realizados nos últimos anos demonstram que determinadas bactérias, em certas condições, poderiam sobreviver a uma aventura espacial dessa natureza.
A isso soma-se, agora, o trabalho do biólogo brasileiro Ivan Gláucio Paulino-Lima, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele submeteu colônias de Deinococcus radiodurans a condições similares às encontradas no espaço e comprovou que elas sobrevivem, com relativa facilidade, a doses altíssimas de radiação.
As informações são do repórter Herton Escobar, do jornal "O Estado de S. Paulo".
Guatemala investiga cratera gigante em rua da capital
05/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 11:43 0 comentáriosDia do Meio Ambiente 05-06
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 11:36 0 comentáriosAnomalia Humana
02/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 11:37 0 comentários
Rabo humano ou rabo vestigial
Sim, é verdade. Embora seja bastante rara, com cerca de 100 casos documentados na literatura da medicina, existe também essa anomalia. Trata-se de bebês que nascem com uma cauda (rabinho mesmo) bem desenvolvido, formado ainda durante a gestação.

Mas como isso acontece? Na verdade, não se sabe ao certo, mas sabemos que nossos ancestrais hominídeos tinham rabo e com a evolução esta estrutura foi perdida e isso aconteceu bem antes de se tornarem bípedes (andam em duas patas, ou pés). Hoje em dia temos genes que são encarregados de produzir a morte celular das células que estavam destinadas a formar o rabo e isso já vem acontecendo a milhares de anos. Acredita-se que de alguma forma, ocorre nessas pessoas uma mutação destes genes e aquelas células não são destruídas e acabam formando o rabinho!
No entanto, há dois tipos de rabo humano: o falso rabo e o rabo humano verdadeiro, muito mais raro. O falso rabo não tem ossos nem cartilagem, é pele e gordura. Porém, o rabo humano verdadeiro tem nervos e músculos e, às vezes, até cartilagens ou vértebras. Neste caso, o rabinho possui uma musculatura associada as vértebras que permite seu movimento.
Sim, é verdade. Embora seja bastante rara, com cerca de 100 casos documentados na literatura da medicina, existe também essa anomalia. Trata-se de bebês que nascem com uma cauda (rabinho mesmo) bem desenvolvido, formado ainda durante a gestação.

Mas como isso acontece? Na verdade, não se sabe ao certo, mas sabemos que nossos ancestrais hominídeos tinham rabo e com a evolução esta estrutura foi perdida e isso aconteceu bem antes de se tornarem bípedes (andam em duas patas, ou pés). Hoje em dia temos genes que são encarregados de produzir a morte celular das células que estavam destinadas a formar o rabo e isso já vem acontecendo a milhares de anos. Acredita-se que de alguma forma, ocorre nessas pessoas uma mutação destes genes e aquelas células não são destruídas e acabam formando o rabinho!
No entanto, há dois tipos de rabo humano: o falso rabo e o rabo humano verdadeiro, muito mais raro. O falso rabo não tem ossos nem cartilagem, é pele e gordura. Porém, o rabo humano verdadeiro tem nervos e músculos e, às vezes, até cartilagens ou vértebras. Neste caso, o rabinho possui uma musculatura associada as vértebras que permite seu movimento.
SANGUE RARO
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 11:12 3 comentários
Australiano com sangue raro já salvou mais de 2 mi de bebês
23 de março de 2010 • 12h44 • atualizado às 13h23.

ReduzirNormalAumentarImprimirO australiano James Harrison, dono de um tipo sanguíneo raro, já salvou a vida de dois milhões e 200 mil recém-nascidos, incluindo a do próprio neto. Seu plasma sanguíneo é usado na criação de uma vacina aplicada em mães para evitar que seus bebês sofram da doença de Rhesus, também conhecida como doença hemolítica ou eritroblastose fetal.
A doença causa incompatibilidade entre o feto e a mãe. A doença acontece quando o sangue da mãe é Rh- e, o do bebê é Rh+. Após uma primeira gravidez nestas condições ou após ter recebido uma transfusão contendo sangue Rh+, a mãe cria anticorpos que passam a atacar o sangue do bebê. O sangue de Harrison, 74 anos, no entanto, é capaz de tratar essa condição mesmo depois do nascimento da criança, prevenindo a doença.
Após as primeiras doações à Cruz Vermelha australiana, descobriu-se a qualidade especial do sangue de Harrison. Foi quando ele ganhou o apelido de "o homem com o braço de ouro". "Nunca pensei em parar de doar", disse Harrison à mídia local. Em mais de uma década, ele fez 984 doações de sangue e deve chegar a de número mil ainda nesse ano.
Harrison se tornou voluntário de pesquisas e testes que resultaram no desenvolvimento de uma vacina conhecida como Anti-D, que previne a formação de anticorpos contra eritrócitos Rh-positivos em pessoas Rh-negativas. Antes da vacina Anti-D, Rhesus era a causa de morte e de danos cerebrais de milhares de recém-nascidos na Austrália.
Aos 14 anos de idade, Harrison teve de passar por uma cirurgia no peito e precisou de quase 14 litros de sangue para sobreviver. A experiência foi o que o levou, ao completar 18 anos de idade, a passar a doar com constância o próprio sangue. Seu sangue foi considerado tão especial que o australiano recebeu um seguro de vida no valor de um milhão de dólares australianos, o equivalente a R$ 1,8 milhão.
FONTE;
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4335431-EI238,00-Australiano+com+sangue+raro+ja+salvou+mais+de+mi+de+bebes.html
23 de março de 2010 • 12h44 • atualizado às 13h23.

ReduzirNormalAumentarImprimirO australiano James Harrison, dono de um tipo sanguíneo raro, já salvou a vida de dois milhões e 200 mil recém-nascidos, incluindo a do próprio neto. Seu plasma sanguíneo é usado na criação de uma vacina aplicada em mães para evitar que seus bebês sofram da doença de Rhesus, também conhecida como doença hemolítica ou eritroblastose fetal.
A doença causa incompatibilidade entre o feto e a mãe. A doença acontece quando o sangue da mãe é Rh- e, o do bebê é Rh+. Após uma primeira gravidez nestas condições ou após ter recebido uma transfusão contendo sangue Rh+, a mãe cria anticorpos que passam a atacar o sangue do bebê. O sangue de Harrison, 74 anos, no entanto, é capaz de tratar essa condição mesmo depois do nascimento da criança, prevenindo a doença.
Após as primeiras doações à Cruz Vermelha australiana, descobriu-se a qualidade especial do sangue de Harrison. Foi quando ele ganhou o apelido de "o homem com o braço de ouro". "Nunca pensei em parar de doar", disse Harrison à mídia local. Em mais de uma década, ele fez 984 doações de sangue e deve chegar a de número mil ainda nesse ano.
Harrison se tornou voluntário de pesquisas e testes que resultaram no desenvolvimento de uma vacina conhecida como Anti-D, que previne a formação de anticorpos contra eritrócitos Rh-positivos em pessoas Rh-negativas. Antes da vacina Anti-D, Rhesus era a causa de morte e de danos cerebrais de milhares de recém-nascidos na Austrália.
Aos 14 anos de idade, Harrison teve de passar por uma cirurgia no peito e precisou de quase 14 litros de sangue para sobreviver. A experiência foi o que o levou, ao completar 18 anos de idade, a passar a doar com constância o próprio sangue. Seu sangue foi considerado tão especial que o australiano recebeu um seguro de vida no valor de um milhão de dólares australianos, o equivalente a R$ 1,8 milhão.
FONTE;
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4335431-EI238,00-Australiano+com+sangue+raro+ja+salvou+mais+de+mi+de+bebes.html
A FAMILIA CARBONO
31/05/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 20:23 0 comentáriosPESSOAL, MAIS UM VIDEO MUITO BACANA CONTANDO A QUANTIDADE DE CARBONO QUE UMA FAMILIA PRODUZ. MUITO INTERRESANTE VALE A PENA VER!!!
Grammostola pulchra (linda)
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 20:05 0 comentáriosGrammostola pulchra é uma espécie de aranha pertencente à família Theraphosidae (tarântulas). Comportamento: pouco agressiva e dificilmente libera pêlos Hábito: errante Ambiente: semi-árido. A caranguejeira negra brasileira, Grammostola pulchra é um animal muito recomendado para criadores e colecionadores principiantes, por ser muito calma e robusta e por poder ser de fácil adaptação em ambiante doméstico. É originária da região sul do Brasil e Uruguai, mas não é vendida no Brasil, pois sua comercialização é proibida, sendo, contudo, muito procurada nos Estados Unidos.
DIA DO MEIO AMBIENTE
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 20:00 0 comentários
O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. Por meio do decreto 86.028, de 27 de maio de 1981, o governo brasileiro também decretou no território nacional a Semana Nacional do Meio Ambiente.
Invasão sem controle
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 19:43 0 comentáriosComo as baleias têm mudado ao longo 35 milhões de anos
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 19:28 0 comentários
http://img164.imageshack.us/i/baleia1oz0.jpg/
Como as baleias têm mudado ao longo 35 milhões de anos
(31 de maio, 2010) - ScienceDaily baleias são muito diferentes, com 84 espécies de seres vivos de diferentes tamanhos e dramaticamente mais de 400 outras espécies que se extinguiram, incluindo alguns que viveram parte em terra. Por que há tantas espécies de baleias, com tanta diversidade de tamanho do corpo?
Para responder a isso, os biólogos evolucionários UCLA e um colega usou técnicas molecular e computacional de olhar para trás 35 milhões ano, quando o ancestral de todas as baleias que vivem apareceu, para analisar o ritmo evolutivo de espécies de baleias modernas e sondar o quão rápido as baleias mudou sua forma e corpo tamanho.Eles forneceram o primeiro teste de uma velha idéia sobre o porquê as baleias mostra a rica diversidade desse tipo.
"Baleias representar o espectacularmente bem sucedida invasão a maioria dos oceanos por uma linhagem de mamíferos", disse Michael Alfaro, professor do UCLA adjunto da ecologia e biologia evolucionária, e autor sênior do estudo novo, que foi publicado este mês na edição em linha adiantada das continuações Royal Society B, e irá aparecer em uma data posterior em revista a edição impressa. "Eles estão frequentemente no topo da cadeia alimentar e são grandes jogadores em qualquer ecossistema são pol Eles são os maiores animais que já viveram. Cetáceos (que incluem as baleias, assim como os golfinhos e botos) são os mamíferos que podem ir para o profundezas dos oceanos.
"Os biólogos têm debatido se algumas das principais características evolutivas no início de sua história permitiu baleias para expandir rapidamente em número e em forma", afirmou Alfaro. "Sonar, cérebros grandes, barbas (a estrutura encontrada na maior espécie de filtragem de pequenos animais da água do mar) e sociabilidade complexa têm sido sugeridos como gatilhos para uma diversificação, ou radiação, deste grupo que tem sido assumido como sendo rápida. No entanto, o tempo - a taxa real do desdobramento da radiação de cetáceos - nunca foi analisada criticamente antes. Nosso estudo é o primeiro a testar a idéia de que a evolução das baleias no início explosivo foi rápido. "
Uma explicação para a diversidade de baleia é simplesmente que eles foram acumulando espécies e evolução diferenças na forma como uma função do tempo. Quanto mais tempo passa, as espécies de cetáceos mais seria de esperar, e mais uma variação do tamanho do corpo seria de esperar para ver nelas.
"Em vez disso, o que descobrimos é que desde muito cedo em sua história, as baleias foram suas maneiras separadas do ponto de vista de tamanho e, provavelmente, a ecologia", afirmou Alfaro. "Este padrão oferece algum suporte para a hipótese de radiação explosiva. É compatível com a idéia de que alguns traços fundamentais abriu novas formas de ser" baleia "para os primeiros ancestrais dos cetáceos modernos, e que esses ancestrais evoluíram para preenchê-las. Uma vez que essas formas se estabeleceram, eles permaneceram ".
Diversificação das espécies e as variações no tamanho do corpo foram estabelecidas no início da evolução das baleias, Alfaro e seus colegas relatam.
grandes baleias, as baleias pequenas e médias empresas baleias todos apareceram cedo na história das baleias, com as grandes baleias comendo principalmente de plâncton, pequenos cetáceos comem peixes e baleias médias comer lula.
Essas diferenças foram, provavelmente no lugar de 25 milhões de anos atrás, o mais tardar, e para muitos milhões de anos, eles não mudaram muito", disse o autor principal do estudo, Graham Slater, a National Science Foundation-financiado estudioso UCLA pós-doutorado em laboratório Alfaro. "É como se as baleias dividir as coisas no começo e seguiram caminhos separados. A distribuição do tamanho da baleia corpo e dieta corresponde ainda a estes cedo se divide."
"A forma de variação que vemos nas baleias modernas de hoje é o resultado da divisão do tamanho do corpo no início de sua história", afirmou Alfaro. "Qualquer que seja permitido condições baleias modernas persistir lhes permitiu evoluir em exclusivo, os modos de vida diferentes, e os nichos em grande parte, foram mantidas durante a maior parte de sua história.
"Nós poderíamos ter encontrado que as linhagens da baleia principal ao longo do tempo cada um experimentou a ser grandes, pequenas e médias empresas e que todas as formas alimentares surgiram ao longo da sua evolução, ou que as baleias começaram médias empresas e os maiores e menores apareceram mais recentemente -, mas os dados mostram nada disso. Ao invés disso, vemos que hoje as diferenças foram evidentes desde muito cedo. "
As orcas são uma excepção, tendo-se tornado maior nos últimos 10 milhões de anos, Alfaro e disse Slater. As orcas são incomuns em que eles comem mamíferos, incluindo outras baleias.
"Se olharmos para as taxas do tamanho do corpo-a evolução em toda a árvore genealógica da baleia, o índice de tamanho corporal evolução da baleia assassina é o mais rápido", disse Slater. "Ele veio do tamanho de um golfinho que você veria no SeaWorld cerca de 10 milhões de anos atrás e cresceu substancialmente."
Baleias variam em tamanho, o maior animal que alguma vez existiu, a baleia azul, que é mais de 100 metros de comprimento, para as espécies pequenas que são aproximadamente do tamanho de um cachorro e podem ficar presos nas redes dos pescadores, disse Slater.
Alfaro e Slater não encontrar provas para a diversificação da baleia rápido, mas a extinção pode ter dificultado a detecção rápida diversificação precoce.
Baleias são cerca de 55 milhões de anos, mas o primeiro grupo de baleias para tomar a água está extinto, Alfaro disse. Diferentes hipóteses têm sido propostas para explicar o rápido aparecimento e diversificação das baleias modernas, que coincidiu com a extinção das baleias primitivo.
Antes da extinção dos dinossauros há 65 milhões de anos atrás, existiam grandes répteis marinhos nos oceanos que foi extinto. When the earliest whales first went into the oceans some 55 million years ago, they had essentially no competitors, Alfaro and Slater noted. Quando as primeiras baleias foi pela primeira vez nos oceanos cerca de 55 milhões de anos atrás, tinham essencialmente não concorrentes, Alfaro e Slater observou. Estas baleias primitivas variaram em tamanho de alguns metros a 65 metros de comprimento e parecia semelhante aos animais da terra, disse Slater. Todos eles alimentados com peixes, as primeiras baleias não mergulhar fundo para capturar lulas.
Alfaro laboratório usa várias técnicas, incluindo a análise de seqüências de DNA, técnicas computacionais e os registros fósseis para testar idéias sobre analiticamente quando grandes grupos aparecem e quando elas se tornam dominantes. Ele e sua equipe de investigação integrar as informações do registro fóssil com os novos métodos computacionais de análise.
"Estamos interessados em compreender as causas da biodiversidade", disse Alfaro.
"Se realmente queremos entender a diversidade de espécies, o número de espécies em um determinado grupo e como a variação no tamanho do corpo veio a ser, este documento salienta que teremos de contar com mais de uma colaboração entre paleontólogos e biólogos moleculares para detectar possíveis alterações na taxa em que novas espécies veio à existência ", disse Slater.
As ferramentas analíticas para a integração dos dados com os dados fósseis moleculares estão apenas a ser desenvolvido, afirmou Alfaro, cuja pesquisa é a clivagem.
Co-autores sobre o processo do estudo Royal Society B são Samantha Price, um erudito postdoctoral na Universidade da Califórnia Davis, e Francesco Santini, um estudioso da UCLA pós-doutorado no laboratório de Alfaro.
A pesquisa é financiada pelo governo federal pelo National Science Foundation (NSF) e pela NSF-financiado National Evolutionary Synthesis Center.
FONTE:
GJ Slater, SA Preço, F. Santini, ME Alfaro. Diversidade versus disparidade e da radiação de cetáceos modernos. Proceedings da Royal Society B: Biological Sciences, 2010; DOI: 10.1098/rspb.2010.0408
Como as baleias têm mudado ao longo 35 milhões de anos
(31 de maio, 2010) - ScienceDaily baleias são muito diferentes, com 84 espécies de seres vivos de diferentes tamanhos e dramaticamente mais de 400 outras espécies que se extinguiram, incluindo alguns que viveram parte em terra. Por que há tantas espécies de baleias, com tanta diversidade de tamanho do corpo?
Para responder a isso, os biólogos evolucionários UCLA e um colega usou técnicas molecular e computacional de olhar para trás 35 milhões ano, quando o ancestral de todas as baleias que vivem apareceu, para analisar o ritmo evolutivo de espécies de baleias modernas e sondar o quão rápido as baleias mudou sua forma e corpo tamanho.Eles forneceram o primeiro teste de uma velha idéia sobre o porquê as baleias mostra a rica diversidade desse tipo.
"Baleias representar o espectacularmente bem sucedida invasão a maioria dos oceanos por uma linhagem de mamíferos", disse Michael Alfaro, professor do UCLA adjunto da ecologia e biologia evolucionária, e autor sênior do estudo novo, que foi publicado este mês na edição em linha adiantada das continuações Royal Society B, e irá aparecer em uma data posterior em revista a edição impressa. "Eles estão frequentemente no topo da cadeia alimentar e são grandes jogadores em qualquer ecossistema são pol Eles são os maiores animais que já viveram. Cetáceos (que incluem as baleias, assim como os golfinhos e botos) são os mamíferos que podem ir para o profundezas dos oceanos.
"Os biólogos têm debatido se algumas das principais características evolutivas no início de sua história permitiu baleias para expandir rapidamente em número e em forma", afirmou Alfaro. "Sonar, cérebros grandes, barbas (a estrutura encontrada na maior espécie de filtragem de pequenos animais da água do mar) e sociabilidade complexa têm sido sugeridos como gatilhos para uma diversificação, ou radiação, deste grupo que tem sido assumido como sendo rápida. No entanto, o tempo - a taxa real do desdobramento da radiação de cetáceos - nunca foi analisada criticamente antes. Nosso estudo é o primeiro a testar a idéia de que a evolução das baleias no início explosivo foi rápido. "
Uma explicação para a diversidade de baleia é simplesmente que eles foram acumulando espécies e evolução diferenças na forma como uma função do tempo. Quanto mais tempo passa, as espécies de cetáceos mais seria de esperar, e mais uma variação do tamanho do corpo seria de esperar para ver nelas.
"Em vez disso, o que descobrimos é que desde muito cedo em sua história, as baleias foram suas maneiras separadas do ponto de vista de tamanho e, provavelmente, a ecologia", afirmou Alfaro. "Este padrão oferece algum suporte para a hipótese de radiação explosiva. É compatível com a idéia de que alguns traços fundamentais abriu novas formas de ser" baleia "para os primeiros ancestrais dos cetáceos modernos, e que esses ancestrais evoluíram para preenchê-las. Uma vez que essas formas se estabeleceram, eles permaneceram ".
Diversificação das espécies e as variações no tamanho do corpo foram estabelecidas no início da evolução das baleias, Alfaro e seus colegas relatam.
grandes baleias, as baleias pequenas e médias empresas baleias todos apareceram cedo na história das baleias, com as grandes baleias comendo principalmente de plâncton, pequenos cetáceos comem peixes e baleias médias comer lula.
Essas diferenças foram, provavelmente no lugar de 25 milhões de anos atrás, o mais tardar, e para muitos milhões de anos, eles não mudaram muito", disse o autor principal do estudo, Graham Slater, a National Science Foundation-financiado estudioso UCLA pós-doutorado em laboratório Alfaro. "É como se as baleias dividir as coisas no começo e seguiram caminhos separados. A distribuição do tamanho da baleia corpo e dieta corresponde ainda a estes cedo se divide."
"A forma de variação que vemos nas baleias modernas de hoje é o resultado da divisão do tamanho do corpo no início de sua história", afirmou Alfaro. "Qualquer que seja permitido condições baleias modernas persistir lhes permitiu evoluir em exclusivo, os modos de vida diferentes, e os nichos em grande parte, foram mantidas durante a maior parte de sua história.
"Nós poderíamos ter encontrado que as linhagens da baleia principal ao longo do tempo cada um experimentou a ser grandes, pequenas e médias empresas e que todas as formas alimentares surgiram ao longo da sua evolução, ou que as baleias começaram médias empresas e os maiores e menores apareceram mais recentemente -, mas os dados mostram nada disso. Ao invés disso, vemos que hoje as diferenças foram evidentes desde muito cedo. "
As orcas são uma excepção, tendo-se tornado maior nos últimos 10 milhões de anos, Alfaro e disse Slater. As orcas são incomuns em que eles comem mamíferos, incluindo outras baleias.
"Se olharmos para as taxas do tamanho do corpo-a evolução em toda a árvore genealógica da baleia, o índice de tamanho corporal evolução da baleia assassina é o mais rápido", disse Slater. "Ele veio do tamanho de um golfinho que você veria no SeaWorld cerca de 10 milhões de anos atrás e cresceu substancialmente."
Baleias variam em tamanho, o maior animal que alguma vez existiu, a baleia azul, que é mais de 100 metros de comprimento, para as espécies pequenas que são aproximadamente do tamanho de um cachorro e podem ficar presos nas redes dos pescadores, disse Slater.
Alfaro e Slater não encontrar provas para a diversificação da baleia rápido, mas a extinção pode ter dificultado a detecção rápida diversificação precoce.
Baleias são cerca de 55 milhões de anos, mas o primeiro grupo de baleias para tomar a água está extinto, Alfaro disse. Diferentes hipóteses têm sido propostas para explicar o rápido aparecimento e diversificação das baleias modernas, que coincidiu com a extinção das baleias primitivo.
Antes da extinção dos dinossauros há 65 milhões de anos atrás, existiam grandes répteis marinhos nos oceanos que foi extinto. When the earliest whales first went into the oceans some 55 million years ago, they had essentially no competitors, Alfaro and Slater noted. Quando as primeiras baleias foi pela primeira vez nos oceanos cerca de 55 milhões de anos atrás, tinham essencialmente não concorrentes, Alfaro e Slater observou. Estas baleias primitivas variaram em tamanho de alguns metros a 65 metros de comprimento e parecia semelhante aos animais da terra, disse Slater. Todos eles alimentados com peixes, as primeiras baleias não mergulhar fundo para capturar lulas.
Alfaro laboratório usa várias técnicas, incluindo a análise de seqüências de DNA, técnicas computacionais e os registros fósseis para testar idéias sobre analiticamente quando grandes grupos aparecem e quando elas se tornam dominantes. Ele e sua equipe de investigação integrar as informações do registro fóssil com os novos métodos computacionais de análise.
"Estamos interessados em compreender as causas da biodiversidade", disse Alfaro.
"Se realmente queremos entender a diversidade de espécies, o número de espécies em um determinado grupo e como a variação no tamanho do corpo veio a ser, este documento salienta que teremos de contar com mais de uma colaboração entre paleontólogos e biólogos moleculares para detectar possíveis alterações na taxa em que novas espécies veio à existência ", disse Slater.
As ferramentas analíticas para a integração dos dados com os dados fósseis moleculares estão apenas a ser desenvolvido, afirmou Alfaro, cuja pesquisa é a clivagem.
Co-autores sobre o processo do estudo Royal Society B são Samantha Price, um erudito postdoctoral na Universidade da Califórnia Davis, e Francesco Santini, um estudioso da UCLA pós-doutorado no laboratório de Alfaro.
A pesquisa é financiada pelo governo federal pelo National Science Foundation (NSF) e pela NSF-financiado National Evolutionary Synthesis Center.
FONTE:
GJ Slater, SA Preço, F. Santini, ME Alfaro. Diversidade versus disparidade e da radiação de cetáceos modernos. Proceedings da Royal Society B: Biological Sciences, 2010; DOI: 10.1098/rspb.2010.0408
Evolução
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 18:45 0 comentários
MUITO BACANA O VIDEO, DEMOSTRA ALGUNS TRACOS IMPORTANTES NA EVOLUÇÃO...
A Celúla Sintética
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 17:55 0 comentários
Assinar:
Postagens (Atom)


