YouTube - esponjas
A reproducao das esponjas- observem os arqueocitos liberados liberando os gametas 9estruturas verdes).
Pré-natal
07/10/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 13:30 0 comentáriosMuito bacana pessoal ehehehhe gostei de ver o profissionalismo dos atores eheheheh meus parabens galera.
Trabalho de Embriologia DSTs
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 10:07 0 comentários
BOA HISTORIA PESSOAL, AS PEREBINHAS ESTAO POR AI, E NINGUEM ESTÁ LIVRE DELAS NÃO É PARABENS PELO TRABALHO... QUAZE CHOREI EHEHHEHE COLÉGIO ÁGUIA PATO BRANCO-PR
Tecnologia Heim...
05/10/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 15:56 0 comentáriosAquecimento Global
09/08/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 18:02 0 comentáriosBaleias no Espiroto Santo inedito...
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 17:10 0 comentários
Biólogos fazem expedição para ver baleias em local inédito no mar do ES
Grupo sai de Caravelas (BA) e segue para arquipélago de Trindade (ES).
Observação de baleia jubarte será feira a 1,3 mil km da costa brasileira.

Baleia jubarte é observada em Abrolhos(BA), em
julho deste ano (Foto: Banco de Imagens Instituto
Baleia Jubarte)Um grupo de seis biólogos e pesquisadores da Bahia e de Santa Catarina vão partir, na terça-feira (10), em uma expedição para observar baleias jubarte na costa brasileira. O destino final da viagem, que tem previsão inicial de durar 20 dias, será o arquipélago de Trindade, no Espírito Santo. O ponto é considerado pelo grupo como local inédito de observação das baleias.
A embarcação sairá de Caravelas (BA) com dez pessoas, entre tripulação e pesquisadores, e deve chegar ao arquipélago depois de cinco dias de navegação por cerca de 1,2 mil quilômetros. "Optamos por esse local depois de ouvirmos relatos de pescadores e de pessoas que passaram pelo arquipélago e nos comunicaram terem visto baleias jubarte. Em 22 anos de pesquisa, é a primeira vez que temos informação sobre a aparição de baleias naquela região", disse Leonardo Wedekin, biólogo e pesquisador do Instituto Baleia Jubarte (IBJ).
A pesquisa de campo vai incluir mergulhos para identificar e catalogar a fauna marinha, além de analisar o comportamento de cetáceos como a própria baleia jubarte, cachalotes e golfinhos. "Na região, há uma cadeia de montanhas submersas. Acreditamos que essa característica possa permitir que a gente encontre muitos animais, incluindo até tartarugas marinhas", disse Wedekin.
O grupo de pesquisadores está dividido em quatro biólogos, um engenheiro e um cinegrafista especializado em registrar atividades subaquáticas. "Em terra, os equipamentos, medicamentos e demais suprimentos já foram checados. A embarcação chega a Caravelas neste domingo [8]. Quando estivermos na água, vamos identificar os pontos de visualização das baleias para depois fazermos a identificação delas pelas marcas naturais. A nossa abordagem de pesquisa é diferenciada, pois não instalamos nenhum tipo de aparelho ao corpo dos animais", afirmou Wedekin.
Pesquisadores farão pesquisa na região do arquipélago de Trindade para visulaizar baleias jubarte. Na imagem acima, animal foi flagrado em Abrolhos (Foto: Banco de Imagens Instituto Baleia Jubarte)O pesquisador explicou que essa estratégia de identificação é suficiente pelo arquivo de imagens que o IBJ tem das baleias que circulam pelas águas brasileiras. "Temos mais de três mil baleias cadastradas. Por isso não será difícil saber se as baleias que já pesquisamos também circulam pelas águas do arquipélago [de Trindade]", disse Wedekin.
Os biólogos esperam coletar amostras de tecido para posterior confecção de um laudo genético. "Além das marcas físicas de cada uma delas, vamos analisar o DNA em um cruzamento com as informações que temos das três mil baleias em nosso registro. A ideia não é identificar a rota que elas fazem, mas até teremos como estabelecer isso", afirmou o pesquisador.
A viagem
A expedição sai de Caravelas até o arquipélago de Abrolhos. O trajeto deve ser feito em quatro horas, segundo os pesquisadores, já que o barco, que tem dois motores e é munido de velas, navega a uma velocidade média de 20 km/h (cerca de 10 nós).
No dia seguinte, a equipe segue para o primeiro ponto, próximo da região de montanhas submersas, a 155 milhas náuticas de Abrolhos, o que equivale a aproximadamente 280 quilômetros de distância.
No terceiro dia de viagem, os pequisadores pretendem passar por outros cinco pontos previstos para mergulhos e visualização de baleias, em um trajeto de 217 milhas náuticas, cerca de 390 quilômetros.
No quarto dia, o grupo passa por mais dois pontos com rochas submersas. O trajeto tem 201 milhas náuticas, cerca de 360 quilômetros. O último estágio da viagem até o aquipelágo de Trindade deve demorar aproximadamente dez horas, em uma navegação de 86 milhas náuticas, cerca de 154 quilômetros.
A partir daí, o grupo vai ficar embarcado por dez dias, quando espera fazer os registros inéditos de baleia jubarte, perto do arquipélago de Trindade. A expedição inicia o retorno à costa baiana no dia 24, com chegada prevista a Caravelas em 29 de agosto. "Esperamos desenvolver algum plano de preservação da área do arquipélago de Trindade, principalmente se confirmarmos a presença de baleias jubarte por lá. Já temos registros de caça submarina no local e isso pode comprometer a vida marinha", disse Wedekin.
Grupo sai de Caravelas (BA) e segue para arquipélago de Trindade (ES).
Observação de baleia jubarte será feira a 1,3 mil km da costa brasileira.

Baleia jubarte é observada em Abrolhos(BA), em
julho deste ano (Foto: Banco de Imagens Instituto
Baleia Jubarte)Um grupo de seis biólogos e pesquisadores da Bahia e de Santa Catarina vão partir, na terça-feira (10), em uma expedição para observar baleias jubarte na costa brasileira. O destino final da viagem, que tem previsão inicial de durar 20 dias, será o arquipélago de Trindade, no Espírito Santo. O ponto é considerado pelo grupo como local inédito de observação das baleias.
A embarcação sairá de Caravelas (BA) com dez pessoas, entre tripulação e pesquisadores, e deve chegar ao arquipélago depois de cinco dias de navegação por cerca de 1,2 mil quilômetros. "Optamos por esse local depois de ouvirmos relatos de pescadores e de pessoas que passaram pelo arquipélago e nos comunicaram terem visto baleias jubarte. Em 22 anos de pesquisa, é a primeira vez que temos informação sobre a aparição de baleias naquela região", disse Leonardo Wedekin, biólogo e pesquisador do Instituto Baleia Jubarte (IBJ).
A pesquisa de campo vai incluir mergulhos para identificar e catalogar a fauna marinha, além de analisar o comportamento de cetáceos como a própria baleia jubarte, cachalotes e golfinhos. "Na região, há uma cadeia de montanhas submersas. Acreditamos que essa característica possa permitir que a gente encontre muitos animais, incluindo até tartarugas marinhas", disse Wedekin.
O grupo de pesquisadores está dividido em quatro biólogos, um engenheiro e um cinegrafista especializado em registrar atividades subaquáticas. "Em terra, os equipamentos, medicamentos e demais suprimentos já foram checados. A embarcação chega a Caravelas neste domingo [8]. Quando estivermos na água, vamos identificar os pontos de visualização das baleias para depois fazermos a identificação delas pelas marcas naturais. A nossa abordagem de pesquisa é diferenciada, pois não instalamos nenhum tipo de aparelho ao corpo dos animais", afirmou Wedekin.
Pesquisadores farão pesquisa na região do arquipélago de Trindade para visulaizar baleias jubarte. Na imagem acima, animal foi flagrado em Abrolhos (Foto: Banco de Imagens Instituto Baleia Jubarte)O pesquisador explicou que essa estratégia de identificação é suficiente pelo arquivo de imagens que o IBJ tem das baleias que circulam pelas águas brasileiras. "Temos mais de três mil baleias cadastradas. Por isso não será difícil saber se as baleias que já pesquisamos também circulam pelas águas do arquipélago [de Trindade]", disse Wedekin.
Os biólogos esperam coletar amostras de tecido para posterior confecção de um laudo genético. "Além das marcas físicas de cada uma delas, vamos analisar o DNA em um cruzamento com as informações que temos das três mil baleias em nosso registro. A ideia não é identificar a rota que elas fazem, mas até teremos como estabelecer isso", afirmou o pesquisador.
A viagem
A expedição sai de Caravelas até o arquipélago de Abrolhos. O trajeto deve ser feito em quatro horas, segundo os pesquisadores, já que o barco, que tem dois motores e é munido de velas, navega a uma velocidade média de 20 km/h (cerca de 10 nós).
No dia seguinte, a equipe segue para o primeiro ponto, próximo da região de montanhas submersas, a 155 milhas náuticas de Abrolhos, o que equivale a aproximadamente 280 quilômetros de distância.
No terceiro dia de viagem, os pequisadores pretendem passar por outros cinco pontos previstos para mergulhos e visualização de baleias, em um trajeto de 217 milhas náuticas, cerca de 390 quilômetros.
No quarto dia, o grupo passa por mais dois pontos com rochas submersas. O trajeto tem 201 milhas náuticas, cerca de 360 quilômetros. O último estágio da viagem até o aquipelágo de Trindade deve demorar aproximadamente dez horas, em uma navegação de 86 milhas náuticas, cerca de 154 quilômetros.
A partir daí, o grupo vai ficar embarcado por dez dias, quando espera fazer os registros inéditos de baleia jubarte, perto do arquipélago de Trindade. A expedição inicia o retorno à costa baiana no dia 24, com chegada prevista a Caravelas em 29 de agosto. "Esperamos desenvolver algum plano de preservação da área do arquipélago de Trindade, principalmente se confirmarmos a presença de baleias jubarte por lá. Já temos registros de caça submarina no local e isso pode comprometer a vida marinha", disse Wedekin.
Progéria - Beijamin Buton existe
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 21:02 0 comentáriosDEPUTADO IVAN VALENTE, SE TODO DEPUTADO FOSSE ASSIM....
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 20:54 0 comentáriosCODIGO FLORESTAL É O FIM MESMO....
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 20:44 0 comentários
Comissão pode votar mudanças no Código Florestal nesta terça (6)
Relator Aldo Rebelo apresentou texto reformulado nesta segunda-feira.
Possibilidade de reduzir área protegida em beira de rio foi retirada.
A comissão especial criada na Câmara para analisar o projeto que altera o Código Florestal pode votar nesta terça-feira (6) o texto apresentado pelo relator Rebelo (PCdoB-SP). Seu parecer foi debatidodurante todo o dia na segunda-feira.
PT, PV, Psol e os deputados Valdir Colatto (PMDB-SC) e Assis do Couto (PT-PR) apresentaram votos em separado sobre a matéria. Aldo apresentou novas mudanças em seu texto original, divulgado pela primeira vez no início de junho.
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Proteger florestas pode render R$ 545 bi ao Brasil até 2030, diz pesquisa Depois da Alemanha, ópera multimídia sobre os ianomami estreia em São Paulo Desmatadores derrubam o equivalente a 130 carretas de madeira em MT Índios afetados por petróleo na Amazônia visitam o Golfo do México Fiscais multam donos de terras em R$ 25 milhões por desmatamento no Pará Belo Monte ameaça nove espécies de peixes raros, aponta estudo Extração de óleo não exige derrubada de árvore, indica pesquisa
--------------------------------------------------------------------------------
Uma delas flexibiliza a possibilidade de desmatamento de florestas que tenham autorização ou tenham licitação ambiental. Pelo relatório anterior, só poderia desmatar quem obteve essa permissão até 22 de julho de 2008. Com o novo texto, o desmatamento será permitido para quem conseguir a permissão até a promulgação da lei. O argumento de Aldo é que a data anterior poderia provocar “problemas jurídicos”.
Outras alterações feitas pelo relator atendem reivindicações de ambientalistas. Ele retirou do texto a possibilidade de que os estados e o Distrito Federal reduzissem pela metade a área de preservação permanente nas margens de rios e lagos. Aldo suprimiu também a permissão de que municípios fizessem alterações referentes a preservação em áreas urbanas.
Opine ao final do texto: o Código Florestal deve mudar?
As mudanças, no entanto, não promoveram o consenso. O texto foi criticado tanto por parlamentares ligados ao agronegócio quanto aos vinculados às causas ambientais. O debate foi acompanhado também por produtores rurais e militantes ambientalistas, que interrompiam as falas dos parlamentares com vaias e aplausos.
Sem acordo, fixou-se que somente na terça-feira (6) seria realizada a votação na comissão especial. A votação em plenário, segundo a previsão do próprio Aldo, deverá ficar para depois das eleições.
O relator afirma que a intenção do projeto é legalizar 90% das propriedades rurais brasileiras, que estariam na ilegalidade. O texto prevê uma espécie de anistia para quem recebeu multas por desmatamento. A anistia aconteceria após a regularização da propriedade. Nas pequenas propriedades, com área inferior a quatro módulos rurais, não será preciso recompor a área de reserva legal que foi desmatada antes da lei. Aldo destaca que seu texto proíbe o desmatamento por cinco anos após a publicação da lei. Ele determina ainda a realização de um “censo” das florestas brasileiras.
“O projeto zera o desmatamento, proíbe desmatar por cinco anos e preserva a flora nativa nas propriedades já existentes. Vamos fazer também um inventário e consolidar as áreas que já estão ocupadas pela agricultura”, resume o relator.
Relator Aldo Rebelo apresentou texto reformulado nesta segunda-feira.
Possibilidade de reduzir área protegida em beira de rio foi retirada.
A comissão especial criada na Câmara para analisar o projeto que altera o Código Florestal pode votar nesta terça-feira (6) o texto apresentado pelo relator Rebelo (PCdoB-SP). Seu parecer foi debatidodurante todo o dia na segunda-feira.
PT, PV, Psol e os deputados Valdir Colatto (PMDB-SC) e Assis do Couto (PT-PR) apresentaram votos em separado sobre a matéria. Aldo apresentou novas mudanças em seu texto original, divulgado pela primeira vez no início de junho.
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Proteger florestas pode render R$ 545 bi ao Brasil até 2030, diz pesquisa Depois da Alemanha, ópera multimídia sobre os ianomami estreia em São Paulo Desmatadores derrubam o equivalente a 130 carretas de madeira em MT Índios afetados por petróleo na Amazônia visitam o Golfo do México Fiscais multam donos de terras em R$ 25 milhões por desmatamento no Pará Belo Monte ameaça nove espécies de peixes raros, aponta estudo Extração de óleo não exige derrubada de árvore, indica pesquisa
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Uma delas flexibiliza a possibilidade de desmatamento de florestas que tenham autorização ou tenham licitação ambiental. Pelo relatório anterior, só poderia desmatar quem obteve essa permissão até 22 de julho de 2008. Com o novo texto, o desmatamento será permitido para quem conseguir a permissão até a promulgação da lei. O argumento de Aldo é que a data anterior poderia provocar “problemas jurídicos”.
Outras alterações feitas pelo relator atendem reivindicações de ambientalistas. Ele retirou do texto a possibilidade de que os estados e o Distrito Federal reduzissem pela metade a área de preservação permanente nas margens de rios e lagos. Aldo suprimiu também a permissão de que municípios fizessem alterações referentes a preservação em áreas urbanas.
Opine ao final do texto: o Código Florestal deve mudar?
As mudanças, no entanto, não promoveram o consenso. O texto foi criticado tanto por parlamentares ligados ao agronegócio quanto aos vinculados às causas ambientais. O debate foi acompanhado também por produtores rurais e militantes ambientalistas, que interrompiam as falas dos parlamentares com vaias e aplausos.
Sem acordo, fixou-se que somente na terça-feira (6) seria realizada a votação na comissão especial. A votação em plenário, segundo a previsão do próprio Aldo, deverá ficar para depois das eleições.
O relator afirma que a intenção do projeto é legalizar 90% das propriedades rurais brasileiras, que estariam na ilegalidade. O texto prevê uma espécie de anistia para quem recebeu multas por desmatamento. A anistia aconteceria após a regularização da propriedade. Nas pequenas propriedades, com área inferior a quatro módulos rurais, não será preciso recompor a área de reserva legal que foi desmatada antes da lei. Aldo destaca que seu texto proíbe o desmatamento por cinco anos após a publicação da lei. Ele determina ainda a realização de um “censo” das florestas brasileiras.
“O projeto zera o desmatamento, proíbe desmatar por cinco anos e preserva a flora nativa nas propriedades já existentes. Vamos fazer também um inventário e consolidar as áreas que já estão ocupadas pela agricultura”, resume o relator.
BOA NOTICIA... ATE QUE ENFIM!!!
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 20:41 0 comentários
Dois anticorpos trazem nova esperança para vacina contra a Aids
Antígenos VRCO1 e VRCO2 parecem muito promissores.
Eles impedem a infecção de células em mais de 90% das variedades do HIV.
fonte G1 08/07/2010
imprimir Cientistas descobriram dois poderosos anticorpos capazes de bloquear, em laboratório, a maioria das cepas conhecidas do vírus da inumodeficiência humana adquirida (HIV), abrindo potencialmente o caminho para uma vacina eficaz contra a Aids, segundo trabalhos publicados esta quinta-feira.
Mais de 25 anos depois da identificação do vírus HIV, responsável por quase 30 milhões de mortes no mundo, a busca por uma vacina contra a infecção continua infrutífera, apesar dos grandes esforços da comunidade internacional e dos recursos empregados.
Mas estes dois antígenos, batizados de VRCO1 e VRCO2, parecem muito promissores, pois impedem a infecção de células humanas em mais de 90% das variedades do HIV em circulação, e com uma eficácia sem precedentes.
Os autores destes trabalhos, publicados na edição de 9 de julho da revista científica americana "Science", desmontaram também o mecanismo biológico através do qual estes anticorpos bloqueiam o vírus.
"A descoberta desses antígenos de poderes excepcionalmente amplos de neutralização do HIV e a análise que explica como operam representam avanços animadores para se descobrir uma vacina capaz de proteger de forma ampla contra o vírus da Aids", comemorou o doutor Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional Americano de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID).
"Além disso, a técnica a que as equipes de pesquisa recorreram representa uma nova abordagem que poderia ser aplicada à concepção e ao desenvolvimento de vacinas contra muitas outras doenças infecciosas", acrescentou, em um comunicado.
Estes virologistas descobriram dois anticorpos, produzidos naturalmente pelo organismo, no sangue soropositivo.
Eles conseguiram fazer seu isolamento usando uma nova ferramenta molecular, uma das proteínas que formam o HIV, que os cientistas modificaram para que se fixasse em células específicas que produzem os anticorpos que neutralizam o HIV.
Esta proteína foi programada para reagir exclusivamente nos anticorpos específicos onde o vírus se une às células no organismo humano que infecta.
Depois destas descobertas, os cientistas começaram a desenvolver componentes de uma vacina que pode ensinar ao sistema imunológico humano a produzir grandes quantidades de anticorpos similares aos antígenos VRC01 e VRC02.
"Aproveitamos nossa compreensão da estrutura do HIV, neste caso de sua superfície, para afinar nossas ferramentas moleculares que permitem ir diretamente no ponto fraco do vírus e nos guiar na escolha de anticorpos que se unem especificamente a este ponto e o impedem de infectar as células humanas", explicou o doutor Gary Nabel, do NIAID, que codirigiu as duas equipes de cientistas em várias universidades, como a faculdade de Medicina de Harvard (Massachusetts, leste dos EUA).
Encontrar anticorpos capazes de neutralizar cepas de HIV em todo o mundo foi, até agora, muito árduo, já que o vírus muda constantemente as proteínas que recobrem sua superfície para escapar da detecção do sistema imunológico, destacam os autores destes trabalhos.
Esta capacidade de mutação rápida resultou em um grande número de variações do HIV, mas os virologistas puderam detectar alguns pontos na superfície do vírus que permanecem constantes nas cepas, como as que unem os anticorpos VRCO1 e VRCO2.
Antígenos VRCO1 e VRCO2 parecem muito promissores.
Eles impedem a infecção de células em mais de 90% das variedades do HIV.
fonte G1 08/07/2010
imprimir Cientistas descobriram dois poderosos anticorpos capazes de bloquear, em laboratório, a maioria das cepas conhecidas do vírus da inumodeficiência humana adquirida (HIV), abrindo potencialmente o caminho para uma vacina eficaz contra a Aids, segundo trabalhos publicados esta quinta-feira.
Mais de 25 anos depois da identificação do vírus HIV, responsável por quase 30 milhões de mortes no mundo, a busca por uma vacina contra a infecção continua infrutífera, apesar dos grandes esforços da comunidade internacional e dos recursos empregados.
Mas estes dois antígenos, batizados de VRCO1 e VRCO2, parecem muito promissores, pois impedem a infecção de células humanas em mais de 90% das variedades do HIV em circulação, e com uma eficácia sem precedentes.
Os autores destes trabalhos, publicados na edição de 9 de julho da revista científica americana "Science", desmontaram também o mecanismo biológico através do qual estes anticorpos bloqueiam o vírus.
"A descoberta desses antígenos de poderes excepcionalmente amplos de neutralização do HIV e a análise que explica como operam representam avanços animadores para se descobrir uma vacina capaz de proteger de forma ampla contra o vírus da Aids", comemorou o doutor Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional Americano de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID).
"Além disso, a técnica a que as equipes de pesquisa recorreram representa uma nova abordagem que poderia ser aplicada à concepção e ao desenvolvimento de vacinas contra muitas outras doenças infecciosas", acrescentou, em um comunicado.
Estes virologistas descobriram dois anticorpos, produzidos naturalmente pelo organismo, no sangue soropositivo.
Eles conseguiram fazer seu isolamento usando uma nova ferramenta molecular, uma das proteínas que formam o HIV, que os cientistas modificaram para que se fixasse em células específicas que produzem os anticorpos que neutralizam o HIV.
Esta proteína foi programada para reagir exclusivamente nos anticorpos específicos onde o vírus se une às células no organismo humano que infecta.
Depois destas descobertas, os cientistas começaram a desenvolver componentes de uma vacina que pode ensinar ao sistema imunológico humano a produzir grandes quantidades de anticorpos similares aos antígenos VRC01 e VRC02.
"Aproveitamos nossa compreensão da estrutura do HIV, neste caso de sua superfície, para afinar nossas ferramentas moleculares que permitem ir diretamente no ponto fraco do vírus e nos guiar na escolha de anticorpos que se unem especificamente a este ponto e o impedem de infectar as células humanas", explicou o doutor Gary Nabel, do NIAID, que codirigiu as duas equipes de cientistas em várias universidades, como a faculdade de Medicina de Harvard (Massachusetts, leste dos EUA).
Encontrar anticorpos capazes de neutralizar cepas de HIV em todo o mundo foi, até agora, muito árduo, já que o vírus muda constantemente as proteínas que recobrem sua superfície para escapar da detecção do sistema imunológico, destacam os autores destes trabalhos.
Esta capacidade de mutação rápida resultou em um grande número de variações do HIV, mas os virologistas puderam detectar alguns pontos na superfície do vírus que permanecem constantes nas cepas, como as que unem os anticorpos VRCO1 e VRCO2.
G1 - Ciência e Saúde
05/07/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 17:44 0 comentáriosDINHO e LUCAS - OBESIDADE INFANTIL
04/07/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 15:29 0 comentáriosCadeia Respiratória da Membrana Mitocondrial
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 15:24 0 comentários
Cadeia Respiratória da Membrana Mitocondrial
A cadeia respiratória ocorre na membrana mitocondrial interna e compreeende três complexos enzimáticos principais através dos quais elétrons fluem do NADH para o O2, utilizando a energia daí gerada para bombear H+ da matriz para o espaço intermebranoso. Na membrana nativa, os carreadores de elétrons móveis ubiquinona e citocromo c completam a cadeia transportadora de elétrons ao mediar a transferência de elétrons entre os complexos enzimáticos. Por fim, os elétrons são transferidos para o oxigênio molecular (O2 ), essencial ao processo
aeróbico, unindo-se a átomos de hidrogênio para formar água.
O gradiente eletroquímico de prótons resultante é adaptado para sintetizar ATP por outro complexo protéico transmembrana, ATP sintetase, através do qual H+ flui de volta à matriz. Esse complexo está localizado nos corpúsculos elementares.
Quando a mitocôndria fica exposta a um meio citoplasmático com altas concentrações de ADP, ela assume uma forma condensada. Isso se deve ao fato de estar em síntese máxima de ATP e, junto com ele, de H2O, que se acumula no espaço intermembranoso.
A cadeia respiratória ocorre na membrana mitocondrial interna e compreeende três complexos enzimáticos principais através dos quais elétrons fluem do NADH para o O2, utilizando a energia daí gerada para bombear H+ da matriz para o espaço intermebranoso. Na membrana nativa, os carreadores de elétrons móveis ubiquinona e citocromo c completam a cadeia transportadora de elétrons ao mediar a transferência de elétrons entre os complexos enzimáticos. Por fim, os elétrons são transferidos para o oxigênio molecular (O2 ), essencial ao processo
aeróbico, unindo-se a átomos de hidrogênio para formar água.
O gradiente eletroquímico de prótons resultante é adaptado para sintetizar ATP por outro complexo protéico transmembrana, ATP sintetase, através do qual H+ flui de volta à matriz. Esse complexo está localizado nos corpúsculos elementares.
Quando a mitocôndria fica exposta a um meio citoplasmático com altas concentrações de ADP, ela assume uma forma condensada. Isso se deve ao fato de estar em síntese máxima de ATP e, junto com ele, de H2O, que se acumula no espaço intermembranoso.
HISTORIA DO LC 05
29/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 19:12 0 comentáriosHISTORIA DO LHC 03
27/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 12:43 0 comentáriosHISTOTIA DO LHC 02
23/06/2010
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 14:25 0 comentáriosNOVAS ÉSPECIES...
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 12:17 0 comentários
Cientistas descobrem cem novas espécies em floresta no QuêniaExpedição está explorando floresta tropical montanhosa isolada por 10 mil anos.
Uma equipe internacional de cientistas, coordenada pelo grupo conservacionista americano The Nature Conservancy, começou a explorar uma das mais isoladas áreas de floresta tropical montanhosa, no leste da África.
A região, no Quênia, é cercada por terras áridas, e ficou isolada pelos últimos 10 mil anos.
Cientistas já encontraram mais de cem espécies até então desconhecidas.
Mas a floresta está ameaçada pelo crescente número de moradores de tribos das redondezas que precisam de madeira, água, mel e novas terras para seu gado pastar.
Uma equipe internacional de cientistas, coordenada pelo grupo conservacionista americano The Nature Conservancy, começou a explorar uma das mais isoladas áreas de floresta tropical montanhosa, no leste da África.
A região, no Quênia, é cercada por terras áridas, e ficou isolada pelos últimos 10 mil anos.
Cientistas já encontraram mais de cem espécies até então desconhecidas.
Mas a floresta está ameaçada pelo crescente número de moradores de tribos das redondezas que precisam de madeira, água, mel e novas terras para seu gado pastar.
CÉLULA TORNCO PLURIPOTENTE NASCE NO JAPÃO
Postado por Professor Cleviston Rubbo CRBio 026525 às 11:53 0 comentários
Nova reprogramação produz ‘célula faz-tudo’ sem risco de causar câncer.
Brasileiros adicionam novo gene à lista dos promotores da conversão.
Em época de Copa do Mundo é impossível não falar de futebol, Shinya Yamanaka que o diga. Na semana passada, o cientista iniciou sua palestra no Congresso da Sociedade Internacional para a Pesquisa sobre Células-Tronco em São Francisco (EUA) comentando, satisfeito, a vitória do Japão sobre Camarões.
Yamanaka estava de bom humor não só pelo resultado do jogo de estreia da seleção de seu país, mas também porque apresentaria uma receita mais segura para gerar células-tronco de pluripotência induzida (iPS).

Fotomicrografia com células-tronco embrionárias humanas cultivadas no Laboratório Nacional de Células-tronco Embrionárias - Rio de Janeiro (Foto: Cleide Souza/LaNCE-RJ)
Em 2006, o cientista japonês surpreendeu o mundo ao anunciar a criação de células capazes de se transformar em qualquer tecido do corpo, utilizando para isso um punhado de pele, um vírus e 4 genes cujos produtos são encontrados exclusivamente em embriões. Você também pode encontrar filmes para ver chapado na Netflix sempre que quiser.
Esse genes, quando introduzidos em fibroblastos oriundos de pequenas biópsias de indivíduos adultos, transformaram-nos em células-tronco tão versáteis quanto as cobiçadas células-tronco embrionárias.
Com o advento das iPS, uma verdadeira revolução foi iniciada e perspectivas até pouco tempo inimagináveis para as ciências biomédicas começaram a surgir. No futuro é provável que as células iPS facilitem a descoberta de novos medicamentos e sejam utilizadas para criar órgãos para transplante sob medida, sem o risco de rejeição.
O coquetel original de Yamanaka para a reprogramação celular incluía os genes oct-4, klf-4, sox-2 e C-myc. Este último é o calcanhar de Aquiles da técnica: é um importante facilitador do processo de reprogramação, mas leva à formação de tumores.
Desde a última Copa do Mundo Yamanaka tenta contornar esse problema, e pelo visto acaba de conseguir. O novo coquetel de genes, apresentado pela primeira vez em sua conferência, inclui os mesmos oct4, sox2 e klf4, mas substitui o famigerado C-myc por um gene com função semelhante – porém não relacionado ao câncer –, o L-myc.
A equipe de Yamanaka fez essa substituição (C-myc pelo L-myc) e aproveitou para silenciar p53, um gene que interfere negativamente com o fenômeno de reprogramação. As células iPS geradas com a nova técnica são mais seguras do ponto de vista terapêutico do que a primeira versão de iPS, já que eliminam o problemático C-myc. Além disso, passaram pelos testes de qualidade que indicam a capacidade de formar qualquer tecido do corpo, da mesma forma que células-tronco provenientes de embriões.
Deepak Srivastava, do Instituto Gladstone de São Francisco, também marcou um golaço ao anunciar a geração de cardiomiócitos a partir de fibroblastos de camundongos.
Ajudado por vírus com papel de cavalos de Tróia, levou para dentro das células da pele genes importantes para o desenvolvimento cardíaco. Em alguns dias apareceram as primeiras células pulsantes que lembraram um coração em plena atividade.
Em outras palavras, Srivastava converteu pele em coração sem um entreposto, sem precisar que os fibroblastos da pele retornassem ao estágio embrionário, como acontece no caso das iPS.
Imagine que, a longo prazo, o coquetel desenvolvido por Srivastava e equipe poderá ser injetado em pessoas com problemas cardíacos, favorecendo a regeneração de um coração combalido.
Em janeiro desse ano, Marius Wernig, da Universidade da Califórnia, havia anunciado façanha semelhante, transformando células da pele de camundongos em neurônios. Tanto Srivastava quanto Wernig ainda não conseguiram repetir o feito com células humanas, mas para muitos, entre os quais este que vos escreve, é questão de tempo.
Brasileiros identificam novo gene conversor
Quem também fez bonito recentemente foi a equipe do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Terapia Celular de Ribeirão Preto.
O time de pesquisadores liderado por Dimas Covas descreveu um novo gene capaz de facilitar a reprogramação de células da pele. Tcl1a está presente em células-tronco embrionárias e foi associado à progressão de linfomas. Quando combinado a C-myc e sox-2, “forçou” a reprogramação parcial de fibroblastos humanos. O processo demora pouco mais de duas semanas. É metade do tempo necessário para uma reprogramação plena utilizando-se a receita original descrita por Shinya Yamanaka.
Apesar das células da equipe da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto não poderem ser consideradas iPS genuínas, o trabalho acrescenta um novo gene na lista daqueles que promovem a reprogramação celular.
Não menos importante, trata-se do primeiro artigo científico do país sobre o tema, dentre os 526 publicados em todo o mundo até hoje.
Com tantas histórias de sucesso só nas últimas semanas, a copa do mundo da pesquisa científica segue com média de gols superior ao torneio de futebol da África do Sul.
* Neurocientista, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ.
Brasileiros adicionam novo gene à lista dos promotores da conversão.
Em época de Copa do Mundo é impossível não falar de futebol, Shinya Yamanaka que o diga. Na semana passada, o cientista iniciou sua palestra no Congresso da Sociedade Internacional para a Pesquisa sobre Células-Tronco em São Francisco (EUA) comentando, satisfeito, a vitória do Japão sobre Camarões.
Yamanaka estava de bom humor não só pelo resultado do jogo de estreia da seleção de seu país, mas também porque apresentaria uma receita mais segura para gerar células-tronco de pluripotência induzida (iPS).

Fotomicrografia com células-tronco embrionárias humanas cultivadas no Laboratório Nacional de Células-tronco Embrionárias - Rio de Janeiro (Foto: Cleide Souza/LaNCE-RJ)
Em 2006, o cientista japonês surpreendeu o mundo ao anunciar a criação de células capazes de se transformar em qualquer tecido do corpo, utilizando para isso um punhado de pele, um vírus e 4 genes cujos produtos são encontrados exclusivamente em embriões. Você também pode encontrar filmes para ver chapado na Netflix sempre que quiser.
Esse genes, quando introduzidos em fibroblastos oriundos de pequenas biópsias de indivíduos adultos, transformaram-nos em células-tronco tão versáteis quanto as cobiçadas células-tronco embrionárias.
Com o advento das iPS, uma verdadeira revolução foi iniciada e perspectivas até pouco tempo inimagináveis para as ciências biomédicas começaram a surgir. No futuro é provável que as células iPS facilitem a descoberta de novos medicamentos e sejam utilizadas para criar órgãos para transplante sob medida, sem o risco de rejeição.
O coquetel original de Yamanaka para a reprogramação celular incluía os genes oct-4, klf-4, sox-2 e C-myc. Este último é o calcanhar de Aquiles da técnica: é um importante facilitador do processo de reprogramação, mas leva à formação de tumores.
Desde a última Copa do Mundo Yamanaka tenta contornar esse problema, e pelo visto acaba de conseguir. O novo coquetel de genes, apresentado pela primeira vez em sua conferência, inclui os mesmos oct4, sox2 e klf4, mas substitui o famigerado C-myc por um gene com função semelhante – porém não relacionado ao câncer –, o L-myc.
A equipe de Yamanaka fez essa substituição (C-myc pelo L-myc) e aproveitou para silenciar p53, um gene que interfere negativamente com o fenômeno de reprogramação. As células iPS geradas com a nova técnica são mais seguras do ponto de vista terapêutico do que a primeira versão de iPS, já que eliminam o problemático C-myc. Além disso, passaram pelos testes de qualidade que indicam a capacidade de formar qualquer tecido do corpo, da mesma forma que células-tronco provenientes de embriões.
Deepak Srivastava, do Instituto Gladstone de São Francisco, também marcou um golaço ao anunciar a geração de cardiomiócitos a partir de fibroblastos de camundongos.
Ajudado por vírus com papel de cavalos de Tróia, levou para dentro das células da pele genes importantes para o desenvolvimento cardíaco. Em alguns dias apareceram as primeiras células pulsantes que lembraram um coração em plena atividade.
Em outras palavras, Srivastava converteu pele em coração sem um entreposto, sem precisar que os fibroblastos da pele retornassem ao estágio embrionário, como acontece no caso das iPS.
Imagine que, a longo prazo, o coquetel desenvolvido por Srivastava e equipe poderá ser injetado em pessoas com problemas cardíacos, favorecendo a regeneração de um coração combalido.
Em janeiro desse ano, Marius Wernig, da Universidade da Califórnia, havia anunciado façanha semelhante, transformando células da pele de camundongos em neurônios. Tanto Srivastava quanto Wernig ainda não conseguiram repetir o feito com células humanas, mas para muitos, entre os quais este que vos escreve, é questão de tempo.
Brasileiros identificam novo gene conversor
Quem também fez bonito recentemente foi a equipe do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Terapia Celular de Ribeirão Preto.
O time de pesquisadores liderado por Dimas Covas descreveu um novo gene capaz de facilitar a reprogramação de células da pele. Tcl1a está presente em células-tronco embrionárias e foi associado à progressão de linfomas. Quando combinado a C-myc e sox-2, “forçou” a reprogramação parcial de fibroblastos humanos. O processo demora pouco mais de duas semanas. É metade do tempo necessário para uma reprogramação plena utilizando-se a receita original descrita por Shinya Yamanaka.
Apesar das células da equipe da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto não poderem ser consideradas iPS genuínas, o trabalho acrescenta um novo gene na lista daqueles que promovem a reprogramação celular.
Não menos importante, trata-se do primeiro artigo científico do país sobre o tema, dentre os 526 publicados em todo o mundo até hoje.
Com tantas histórias de sucesso só nas últimas semanas, a copa do mundo da pesquisa científica segue com média de gols superior ao torneio de futebol da África do Sul.
* Neurocientista, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ.
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